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O mercado brasileiro de caminhões elétricos segue em expansão e começa a atrair um número cada vez maior de fabricantes internacionais.
A infraestrutura portuária e o potencial logístico da Baía de Todos-os-Santos estiveram no centro dos debates durante o Bahia Export 2026, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), em Salvador.
A cidade de Salvador foi palco, no último dia 9 de abril, de um importante encontro voltado ao setor de transporte rodoviário de cargas.
Diferente do que muitos imaginam, caminhões não possuem um “limite oficial” de quilômetros rodados que determine o fim da sua vida útil.
A transição energética no transporte rodoviário de cargas ainda enfrenta um obstáculo relevante no Brasil: a baixa disponibilidade de caminhões elétricos.
Responsável por mais da metade da movimentação de mercadorias no país, o transporte rodoviário de cargas segue em expansão, mas convive com um risco cada vez mais relevante: os passivos trabalhistas.
Os efeitos do programa Move Brasil sobre o mercado de caminhões devem se estender pelos próximos meses, com impacto mais evidente nos dados de emplacamento entre abril e maio.
O mercado brasileiro de veículos seminovos e usados ganhou ainda mais força em março de 2026, com destaque para o segmento de caminhões, que vem liderando o crescimento no setor.
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a exigir a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho, entra em vigor em 26 de maio de 2025 em um cenário de baixa preparação das empresas brasileiras.
Com a maior presença de biodiesel na composição do diesel brasileiro e motores cada vez mais sensíveis, a qualidade do combustível passou a ter impacto direto na durabilidade dos veículos, nos custos de manutenção e até nas emissões no transporte rodoviário.



