NTC&LOGÍSTICA LANÇA PESQUISA NACIONAL SOBRE SEGUROS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Com o objetivo de compreender a fundo a realidade enfrentada pelas empresas em relação aos seguros no Transporte Rodoviário de Cargas, a NTC&Logística, por meio do seu Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas (DECOPE), está conduzindo uma pesquisa voltada exclusivamente aos transportadores de todo o Brasil.

A iniciativa surge, também, como sugestão do Comitê de Seguros, recentemente criado pela entidade, com o propósito de debater os desafios do setor e propor soluções práticas para o aperfeiçoamento das relações entre transportadoras e seguradoras. A partir dessa articulação, identificou-se a necessidade de um levantamento amplo e técnico que embasasse futuras ações da NTC&Logística junto ao mercado e aos órgãos reguladores.

A pesquisa aborda temas como os tipos de apólices contratadas, ocorrências de sinistros, coberturas mais utilizadas, frequência de negativas, vigência e valores das apólices, além da influência de exigências externas e da satisfação com os serviços prestados. Os dados obtidos serão essenciais para a construção de um diagnóstico representativo e atualizado sobre o cenário atual dos seguros no TRC.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, a participação dos transportadores é fundamental para que a entidade possa atuar com maior alcance e precisão: “A pesquisa é uma ferramenta estratégica. Precisamos ouvir quem está na ponta, entender as dificuldades, os custos envolvidos, a efetividade das coberturas e como o seguro tem impactado o dia a dia das operações. Com esses dados em mãos, teremos embasamento sólido para propor melhorias e construir soluções em diálogo com as seguradoras, sempre em defesa do setor de transporte de cargas”, afirmou.

A NTC&Logística reforça que todas as informações serão tratadas com sigilo e utilizadas exclusivamente para fins estatísticos e institucionais. A pesquisa pode ser respondida de forma rápida e está disponível no link abaixo.

Acesse a pesquisa aqui

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqXsshVPq0ulnS6f5BnlwbgjG83UruorHFFbhaoPxuvUOVjg/viewform

HADDAD DESCARTA SUBMISSÃO AOS EUA E DIZ QUE BRASIL ESTÁ PRONTO PARA ENFRENTAR TARIFAÇO

O ministro da Fazenda defende protocolo nas negociações, mas afirma que país seguirá buscando solução com “dignidade” e sem submissão.

Em meio à escalada de tensões comerciais com os Estados Unidos, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (29/7) que o Brasil não abandonará a mesa de negociação, mas também não aceitará “subordinação” em sua relação com o governo norte-americano.

Em entrevista coletiva concedida na portaria do Ministério da Fazenda, o chefe da equipe econômica disse acreditar que ainda há espaço para diálogo e que empresários norte-americanos já estariam demonstrando maior sensibilidade ao pleito brasileiro.

“Tem que haver uma preparação antes, para que seja uma coisa respeitosa, para que os dois povos se sintam valorizados à mesa de negociação e não haja um sentimento de viralatismo, de subordinação”, pontuou o ministro.

Segundo ele, “o Brasil nunca abandonou a mesa de negociação”. “Acredito que esta semana haja algum sinal de interesse em conversar. Está ficando mais claro o nosso ponto de vista, inclusive para autoridades dos EUA”, emendou.

O ministro também minimizou a proximidade do 1º de agosto, quando entra em vigor a nova alíquota imposta unilateralmente pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo ele, a data “não é fatídica” e pode ser alterada. “Não sei se vai dar até dia primeiro. Mas o que importa não é essa data fatídica. Não é uma data fatídica. É uma data que pode ser alterada por eles, pode entrar em vigor e nós nos sentarmos e rapidamente concluímos uma negociação”, disse em referência à próxima sexta-feira.

Protocolo e respeito

Sem confirmar se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende telefonar diretamente ao presidente Donald Trump, Haddad afirmou que conversas entre chefes de Estado exigem preparação e respeito mútuo. “Não é uma questão de sair correndo atrás. É preciso uma liturgia, um protocolo. O presidente Lula representa o povo brasileiro. E o respeito à soberania passa por isso.”

Em tom crítico à política externa adotada na gestão de Jair Bolsonaro (PL), o ministro frisou que o atual governo quer virar a página da “subserviência”. “Bolsonaro foi o presidente mais subserviente da história do Brasil. Nós vamos nos sentar à mesa com humildade, mas com dignidade, com os valores do nosso país.”

Ainda segundo Haddad, o governo já apresentou ao presidente Lula um plano de contingência com diversos cenários para mitigar os impactos das tarifas sobre o setor produtivo e o emprego. O chefe do Executivo, segundo o ministro, demonstrou tranquilidade com as medidas e reforçou seu histórico de boa relação com todos os presidentes norte-americanos com quem já dialogou.

“Estamos muito confiantes de que preparamos um trabalho robusto para enfrentar esse momento, que é externo e não foi criado por nós. O Brasil vai cuidar das suas empresas, dos seus trabalhadores, e, ao mesmo tempo, manter a busca por racionalidade e respeito mútuo.”

Haddad evitou, porém, detalhar quais medidas estão em estudo, afirmando que a decisão caberá exclusivamente ao presidente da República. “Há vários cenários, todo tipo de medida cabe em algum deles. Mas quem vai definir escala, montante, conveniência e data é o presidente.”

Diálogo como estratégia

Para o ministro, o foco imediato do governo brasileiro é obter uma resposta formal dos Estados Unidos às duas cartas enviadas desde maio. “Queremos entender o que de fato está em jogo, o que é importante para eles e para nós, e buscar uma solução.”

Mesmo diante da postura endurecida do governo Trump, que sinalizou pretender impor uma alíquota global e alegou “não ter tempo para negociar com todos os países”, Haddad revelou que o Brasil continuará defendendo o diálogo como caminho. “A relação entre os dois países sempre foi amistosa. Não há razão para que isso mude agora. Vamos continuar trabalhando para restabelecer essa relação com a dignidade que o povo brasileiro merece.”

EXAME TOXICOLÓGICO PARA PRIMEIRA CNH É AVANÇO LÓGICO E NECESSÁRIO PARA PROMOVER SEGURANÇA NAS ESTRADAS

Desde que o exame toxicológico de larga janela de detecção foi implementado em 2016 para motoristas profissionais das categorias C, D e E, seus resultados são contundentes: redução de 34% nos acidentes com caminhões e 45% com ônibus nas rodovias federais, economia estimada em R$ 74 bilhões ao PIB logo no primeiro ano e mais de 28 mil motoristas reabilitados após diagnóstico positivo para uso de drogas. Esse histórico inspirou o PL 3965/2021, aprovado por Senado e Câmara e parcialmente pela Presidência da República – que vetou o trecho da medida que estendia o exame para a primeira CNH.

A ampliação de sua aplicação pode contribuir para mudar um cenário delicado: no estado de São Paulo, 48% das mortes no trânsito estão associadas ao consumo de álcool ou drogas; jovens, público majoritário da primeira habilitação, apresentaram aumento de 20% no uso de drogas sintéticas entre 2009 e 2019, segundo o UNODC e a PeNSE/IBGE.

“Permitir que usuários frequentes de drogas obtenham CNH é um risco à segurança pública”, aponta Alvaro Pulchinelli Jr., Presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial (SBPC/ML). “O exame de larga janela de detecção é uma maneira eficaz de identificar esse padrão”, completa.

O exame capilar identifica padrões de consumo em janelas de até seis meses, detecta substâncias em nível de picogramas e utiliza testes avançados que reduzem a possibilidade de fraudes – amostras capilares não podem ser adulteradas,o que garante maior confiança e credibilidade. É o método mais eficiente para garantir segurança viária — adotado há quase oito anos para profissionais e reconhecido pela sociedade: segundo pesquisa IPEC realizada este ano, 83% dos brasileiros são favoráveis à extensão do exame toxicológico para novos condutores.

“Estamos diante de uma política pública eficaz, que conta com ampla aprovação popular e é respaldada por evidências científicas. A ampliação do exame toxicológico para quem quer tirar a primeira CNH é um passo lógico e urgente”, afirma Paulo Rebello, ex-Diretor-Presidente da ANS.

Além de contribuir para a redução de acidentes e mortes, o exame toxicológico também se mostrou um aliado da saúde pública e da reinserção profissional: entre 2016 e 2019, mais de 28 mil motoristas que haviam testado positivo para substâncias psicoativas refizeram o exame após tratamento e reabilitação e obtiveram resultado negativo, comprovando a eficácia do instrumento também como medida auxiliar para a saúde pública. Por isso, a revisão do veto ao PL 3965/2021 contribui para a preservação de uma política pública que já demonstrou capacidade de prevenir tragédias, proteger vidas, promover reabilitação e tornar o trânsito brasileiro mais seguro.

TRANSPORTE, GOVERNO SANCIONA LEI QUE GARANTE DUPLA VISITA NA FISCALIZAÇÃO DO CRÉDITO CONSIGNADO

Nova legislação assegura caráter educativo às fiscalizações do crédito consignado, evitando penalidades imediatas e promovendo segurança jurídica para as empresas.

A obrigatoriedade da dupla visita nas fiscalizações trabalhistas e tributárias foi oficialmente incorporada à legislação brasileira com a sanção presidencial da Lei nº 15.179/2025, na última sexta-feira (25). A nova regra representa uma importante conquista institucional do Sistema Transporte, que atuou, de forma estratégica, no Congresso Nacional, para assegurar sua aprovação.

Com a medida, fica determinado que, em casos como a retenção indevida de valores referentes a empréstimos consignados, o auditor fiscal deve, em um primeiro momento, orientar o empregador quanto à irregularidade. Apenas em uma segunda visita, caso não haja a correção, será possível aplicar penalidades administrativas. A nova legislação fortalece o caráter educativo e preventivo da Auditoria do Trabalho, promovendo mais equilíbrio nas relações laborais e maior segurança jurídica às empresas.

A regra da dupla visita busca assegurar que as empresas tenham a oportunidade de se adequarem às normas antes de serem penalizadas. O empréstimo consignado – que, até pouco tempo atrás, era voltado majoritariamente a servidores públicos – ganhou relevância também no setor privado após recentes alterações legais. Trata-se de uma novidade para muitos empregadores, que ainda estão em processo de adaptação à regulamentação.

Essa conquista está em total sintonia com a agenda institucional da CNT (Confederação Nacional do Transporte), que defende a modernização das relações de trabalho, o fortalecimento da segurança jurídica e a valorização do diálogo entre empregadores e empregados. A nova legislação contribui para o aperfeiçoamento do ambiente regulatório brasileiro, promovendo uma atuação mais equilibrada do Estado frente à realidade das empresas.

Articulação no Congresso

A inclusão da regra da dupla visita foi aprovada pelo Senado Federal em 2 de julho, durante a votação do PLV (Projeto de Lei de Conversão) nº 1/2025, originado da Medida Provisória nº 1.292/2025. A medida foi resultado de emenda articulada pela CNT com o objetivo de fortalecer o caráter orientador da fiscalização e evitar penalizações imediatas aos empregadores. O relator da proposta, senador Rogério Carvalho (PT/SE), acatou o pedido da Confederação, incorporando ao texto o princípio da dupla visita, já previsto no artigo 627 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Modernização do crédito consignado

Além da dupla visita, a Lei nº 15.179/2025 promove ampla modernização da legislação do crédito consignado, alterando a Lei nº 10.820/2003. Entre as mudanças, estão a contratação digital por trabalhadores celetistas, domésticos, rurais e diretores não empregados com direito ao FGTS, o uso de plataformas digitais, a ampliação da consignação voluntária para múltiplos vínculos empregatícios e o redirecionamento automático dos descontos em caso de mudança de vínculo.

RELATÓRIO MENSAL DO ÍNDICE NACIONAL DE CUSTOS DO TRANSPORTE INCTF E INCTL – JUNHO 2025

O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística é responsável por estudos técnicos, voltados à apuração de custos de transporte rodoviário de cargas e logística, estatística do setor, estudos macroeconômicos e formação de índices de custos referenciais que medem a inflação do setor, dentre eles os dois com mais destaque são o INCTF – Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Fracionada e o Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Lotação, o INCTL.

O INCTF e INCTL têm como objetivo principal medir a evolução dos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas e são índices do setor de transporte com grande repercussão e credibilidade, publicado no site da NTC e por todas as entidades que representam o transporte (Sindicatos e Federações), bem como em outros meios de comunicação. Eles servem ainda como instrumento de atualização de contratos públicos e privados no mercado de frete.

INFORME: Com a decisão do Governo Federal de encerrar o programa de desoneração da folha de pagamento, que permitia a substituição da contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários, por alíquota sobre a receita bruta da empresa, desse modo o INCT já contempla a primeira etapa do processo de reoneração da folha de pagamento.

O fechamento do Acordo de Convenção Coletiva dos trabalhadores em transporte rodoviário de carga – São Paulo, base do SETCESP em junho/25, acordaram índice de 7,0% (sete por cento) para o reajuste dos salários de motoristas e outras categorias profissionais.

INCT-F DECOPE/NTC DE JUNHO/24 A JUNHO/25

A NTC&LOGÍSTICA comunica aos associados que a variação média do (INCTF[1] DECOPE/NTC) foi de 2,09% no mês de junho e acumula nos últimos doze meses 5,77% (cinco virgula setenta e sete por cento), entre julho de 2024 e junho de 2025 (junho de 2025*/- sobre junho de 2024 ou ainda, nos últimos doze meses).

O INCTF mede a evolução de todos os custos da carga fracionada, incluindo transferência, coleta e distribuição, custos administração e de terminais. Nesses custos não estão contemplados impostos, pedágios e margem de lucro.

INCTL – DECOPE/NTC DE JUNHO/24 A JUNHO/25

O INCTL[2] reflete a variação dos custos do transporte rodoviário de cargas fechadas ou lotações, ou seja, ele mede a evolução de todos os custos da carga completa, incluindo a transferência, a administração (custos indiretos), gerenciamento de riscos e custo valor. Ele, assim como o INCTF, também não contempla impostos e margem de lucro na sua apuração.

A sua variação média foi de 4,22% (quatro vírgula vinte e dois por cento) de julho de 2024 a junho de 2025 (junho de 2025 sobre junho de 2024, ou ainda nos últimos doze meses) e no mês variando 0,48%.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

O preço por litro do óleo diesel S-10, teve uma retração de (0,17%) no mês de junho/25, quando comparado com o mês anterior, sendo comercializado a R$ 6,050 p/litro. No período de 12 meses (jun-25 contra jun-24), a variação acumulada é de 1,85%, resultado, principalmente ditado pela nova regra política da Petrobrás.

O aditivo Arla 32, utilizado para reduzir as emissões de poluentes não registrou variação no mês. Desde março/12 até hoje, o aditivo já acumulou queda de (22,37%).

O óleo diesel comum, ainda consumido pela frota brasileira, teve variação acumulada em 1,70% nos 12 meses. No mês de junho, o óleo foi comercializado a R$ 5,98 p/litro, contra R$ 5,880 p/litro no mesmo período do ano anterior, já o período mensal registrou variação de (0,33%).

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS DEMAIS INSUMOS NA FRACIONADA

No mês, o veículo de transferência registrou uma retração de (0,81%) e o veículo de distribuição urbana uma variação de 2,10%, já os implementos tanto de transferência como o de distribuição não registrou variação, pneu – 275/80 R 22,5 com variação de (6,89%), recapagem (0,22%), salário do motorista 7,00%, seguro (0,74%).

Considerando o período de 12 meses, os insumos que contribuíram para a variação do INCTF na operação de transferência foram: veículo (1,63%), carroceria baú 3,99%, pneu – 275/80 R 22,5 com variação de (4,02%), recapagem (5,63%), rodoar 5,45%, lavagem com 3,40%, salário do motorista 7,00% e seguro do casco (1,28%).

Na operação de coleta e distribuição, os insumos que tiveram variação foram: veículo com variação de 5,41%, carroceria ¾ baú de alumínio com variação de 3,89%, pneu 215/75 – R 17,5 com 4,97%, recapagem com (7,85%), lavagem com 3,40%, seguros do casco e contra terceiros com 5,31%, salário de motorista 7,00% e salário de ajudante 7,00%.

DESPESAS ADMINISTRATIVAS

As despesas administrativas de uma forma geral registraram em junho variação 4,66% de 2025, quando comparada com as despesas do mês anterior. Já as despesas administrativas, exceto os salários, variaram 0,22%.

Nos 12 meses, as despesas administrativas vêm registrando alta de 8,10%, agravado principalmente, pelo reajuste do IPTU para 2025. A evolução acumulada das despesas administrativas, exceto salários, foi de 3,48%.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS PRINCIPAIS INSUMOS NA LOTAÇÃO

Considerando a variação mensal, as despesas administrativas registraram variação de 2,20%, despesas administrativas (exceto salários) 0,11%, cavalo mecânico (1,16%), pneus (2,58%), Rodoar 5,45%, semirreboque 0,0%, recapagem (0,52%), lavagem 0,0%, seguros (1,00%).

ANÁLISE DE 12 MESES

Nos 12 meses (jun/25 contra jun/24), o cavalo mecânico teve variação de 4,14%, semirreboque 4,22%, seguros 4,15%, DAT – 5,75%, recapagem com (0,93%), lavagem 3,40%, rodoar 5,45% e (0,06%) pneus – 295/80 R22.

INCT-FR, INCT-FOU INCVT e INCT-FRIG

A evolução completa do INCTF, do INCTL e dos demais índices (INCTFR, INCTFOU, INCVT – Índice Nacional do Custo Variável do Transporte e INCTFRIG Índice Nacional do Custo do Transporte Frigorífico), assim como dos insumos do transporte encontra-se à disposição dos filiados da NTC&LOGÍSTICA na área restrita aos associados do site www.portalntc.org.br. Para acessar esta área, clique no canal Técnico e Econômico. Em seguida, clique “Downloads”.

O Departamento Técnico e Econômico da NTC&LOGÍSTICA (DECOPE) coloca-se à disposição das empresas e entidades associadas para prestar qualquer informação complementar pelo telefone (0xx11) 2632-1526/1536 ou pelo e-mail economia@ntc.org.br.

São Paulo, 30 de junho de 2025.

DECOPE/NTC&LOGÍSTICA

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[1] É livre a reprodução total ou parcial desta nota em qualquer meio de comunicação, desde que não sejam omitidos ou alterados aspectos essenciais à compreensão da mesma e desde que seja citada a fonte como segue: DECOPE/NTC&LOGÍSTICA – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas/Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística.

[2] Este custo inclui custo peso, GRIS, custo valor para mercadorias de baixo valor (R$ 6.192,89 TON.) e PIS/COFINS. Não inclui taxa de lucro e pedágios. Franquia de 6 horas para carga e descarga. Acima disso, o custo adicional é de R$ 234,30 p/hora útil parada, ou R$ 9,37 por tonelada por hora útil.