DIESEL S-10 FOI O COMBUSTÍVEL QUE MAIS SUBIU DE PREÇO NO PAÍS NOS ÚLTIMOS 12 MESES

DIESEL S-10 FOI O COMBUSTÍVEL QUE MAIS SUBIU DE PREÇO NO PAÍS NOS ÚLTIMOS 12 MESES

O diesel S-10 foi o combustível que mais encareceu no Brasil ao longo dos últimos 12 meses, com alta acumulada de 19,4%, segundo o Monitor de Preços dos Combustíveis, levantamento feito pela Veloe em parceria com a Fipe.

Em outubro, o preço médio nacional do S-10 chegou a R$ 7,353 por litro, uma alta de 3,5% em relação a setembro. O diesel comum também subiu no período, 4,3%, alcançando R$ 7,186 por litro. Dos seis combustíveis acompanhados pelo levantamento, quatro tiveram reajuste no mês.

O aumento não foi uniforme entre as regiões. No Centro-Oeste, o S-10 subiu 5,1% apenas em outubro, a maior variação mensal do país, seguido pelo Sul (4,5%), Nordeste e Sudeste (2,9% cada) e Norte (2,0%). Em valores absolutos, Centro-Oeste (R$ 7,604) e Nordeste (R$ 7,547) registraram os preços médios mais altos do país, enquanto Sudeste e Sul tiveram as médias mais baixas.

O levantamento atribui parte da pressão ao mercado internacional: o petróleo Brent voltou a superar US$ 100 o barril em outubro, em meio a conflitos no Oriente Médio que ameaçam o fornecimento e o transporte de óleo. Medidas federais de desoneração e subsídio ao diesel ajudaram a conter parte do impacto, mas não evitaram o repasse aos postos. A gasolina ficou praticamente estável no período, e o etanol caiu tanto no ano quanto nos últimos 12 meses.

Para as transportadoras, o diesel continua sendo o item de maior peso na planilha de custos. O dado chama atenção em particular para a Bahia: o Nordeste já está entre as regiões com o litro mais caro do país, o que significa que o aumento nacional de 19,4% em 12 meses pressiona com força adicional as operações de frota baiana, mesmo com o subsídio federal em vigor.

Fonte: Frota&Cia

NOVAS REGRAS DE VALE-REFEIÇÃO E VALE-ALIMENTAÇÃO ENTRAM EM VIGOR EM 7 DE NOVEMBRO E ATINGEM TRANSPORTADORAS E MOTORISTAS

NOVAS REGRAS DE VALE-REFEIÇÃO E VALE-ALIMENTAÇÃO ENTRAM EM VIGOR EM 7 DE NOVEMBRO E ATINGEM TRANSPORTADORAS E MOTORISTAS

A partir do dia 7 de novembro, trabalhadores em todo o país passam a poder usar os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) de forma interoperável, ou seja, em maquininhas habilitadas de operadoras diferentes da fornecida pelo empregador. A mudança, prevista em decreto federal, atinge diretamente motoristas de ônibus rodoviários e de fretamento, caminhoneiros e equipes de manutenção do setor de transporte, categorias que costumam fazer refeições fora de casa com frequência.

A nova regra foi detalhada pelo Diário do Transporte nesta segunda-feira (2) e tem como base o Decreto Federal nº 12.712, de 11 de novembro de 2025, que alterou a regulamentação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). A implantação ocorre de forma escalonada desde o início do ano: limites de taxas e redução do prazo de repasse aos estabelecimentos entraram em vigor em 10 de fevereiro, e em maio foram abertos os arranjos de pagamento, hoje usados por mais de 500 mil trabalhadores.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estima que a interoperabilidade alcance mais de 22 milhões de trabalhadores em todo o país e afirma que não haverá prorrogação do prazo de 7 de novembro. Outra data relevante é 9 de novembro, quando se encerra o prazo de recadastramento obrigatório no sistema NovoPAT, que vale tanto para empresas beneficiárias quanto para fornecedoras de alimentação coletiva, facilitadoras e nutricionistas responsáveis técnicos.

Entre as mudanças práticas, a taxa de desconto cobrada dos estabelecimentos fica limitada a 3,6%, e a tarifa de intercâmbio tem teto de 2% — não cumulativo com o limite anterior. O prazo de repasse aos comerciantes também cai de cerca de 30 dias para até 15 dias corridos. Segundo o MTE, esses limites valem inclusive para empresas que não estão inscritas no PAT, um ponto que ainda é disputado juridicamente por parte do setor de benefícios.

A regra não altera o valor do benefício pago pelas empresas nem permite a conversão em dinheiro — a finalidade alimentar do vale continua a mesma. Também não há mudança nas regras trabalhistas de transporte, como paradas, descanso, jornada ou diárias de viagem; convenções coletivas com valores mínimos diários de VR/VA continuam valendo normalmente, e o benefício segue sem poder ser usado para combustível, pedágio ou outras despesas não alimentares.

Para as empresas, a exigência central até 9 de novembro é atualizar o cadastro no NovoPAT e revisar contratos com as operadoras de benefícios, além de verificar se há vantagens comerciais vedadas pelo programa, como deságio ou cashback. A fiscalização fica a cargo da Auditoria-Fiscal do Trabalho do MTE, com multas que vão de R$ 5 mil a R$ 50 mil por empresa, podendo dobrar em caso de reincidência, além do risco de perda de benefícios fiscais do PAT — penalidades que podem recair tanto sobre as empresas contratantes quanto sobre os estabelecimentos.

A implementação não tem sido isenta de atritos: a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) já apontou problemas de integração entre sistemas e de conciliação financeira, e empresas do setor de benefícios movem questionamentos judiciais contra parte das regras. Em 30 de outubro, o MTE informou que decisões judiciais que haviam afastado obrigações do decreto foram suspensas.

Para as transportadoras associadas ao SETCEB, a mudança é uma oportunidade de orientar motoristas e equipes de manutenção baianos que recebem VR/VA, já que a ampliação da rede de aceitação tende a facilitar refeições em viagens de longa distância, quando o motorista está longe da rede credenciada habitual. Ao mesmo tempo, as empresas do setor que fornecem o benefício devem se atentar ao prazo de 9 de novembro para o recadastramento no NovoPAT e à revisão de contratos com as operadoras, para evitar autuações da fiscalização federal.

Fonte: Diário do Transporte

557 EMPRESAS DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA ESTÃO EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL, APONTA LEVANTAMENTO SETORIAL

557 EMPRESAS DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA ESTÃO EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL, APONTA LEVANTAMENTO SETORIAL

O setor de transporte e logística tinha, até o fim de junho deste ano, 557 empresas em processo de recuperação judicial no Brasil, segundo levantamento do Monitor RGF-BIZDOC. O número representa cerca de 6,2 empresas em recuperação judicial a cada mil em atividade no setor, que soma 89.372 companhias ativas no país.

Os dados foram divulgados originalmente pelo portal Transporte Moderno e reproduzidos pela Associação Nacional dos Transportadores de Cargas (ANATC) em 29 de outubro. O levantamento é construído a partir de registros da Receita Federal cruzados com dados judiciais, e classifica os setores pelo volume e pela proporção de empresas em dificuldade financeira.

Na comparação proporcional, o transporte e logística aparece em terceiro lugar entre os setores mais afetados, atrás apenas da agropecuária e da indústria de transformação. Em números absolutos, a colocação cai para quinto lugar. Para efeito de comparação, o comércio tem mais empresas em recuperação judicial em termos absolutos — 1.333 — mas uma taxa proporcional bem menor, de cerca de 2 por mil.

Esse panorama setorial ganhou um exemplo concreto com o caso do Grupo Murici, companhia paulista formada pela Murici Transportes e Logística, pela Transportes Murici e pela Grigora Logística e Transportes, que soma cerca de 3.500 veículos em operação e 1.228 funcionários diretos. O grupo pediu recuperação judicial em 14 de agosto, com processamento deferido em 25 de agosto pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

A lista de credores soma R$ 250.464.985,73, dos quais cerca de R$ 211,3 milhões são créditos quirografários, R$ 37,5 milhões são de natureza trabalhista e cerca de R$ 1,6 milhão são devidos a micro e pequenas empresas. Entre as causas da crise, a companhia cita o aumento dos custos operacionais, o endividamento crescente, mudanças em contratos comerciais e a alta do preço do diesel e dos custos com pessoal e frota.

O plano de recuperação, datado de 27 de outubro e divulgado em 29 de outubro, prevê deságio de 85% para credores quirografários, carência de 24 meses após a aprovação do plano e parcelamento em até 120 meses. Para créditos trabalhistas, o deságio previsto é de 40%, com pagamento em até 12 meses; já para micro e pequenas empresas, o deságio é de 70%, com um ano de carência seguido de pagamento em até 12 meses. A aprovação e a homologação do plano ainda dependem de trâmites judiciais previstos na Lei nº 11.101/2005.

O plano também revela a concentração de receita do grupo: o Mercado Livre respondeu, em média, por 58,1% do faturamento entre janeiro de 2025 e abril de 2026. Segundo o documento, esse relacionamento está sendo encerrado, e a companhia pretende redirecionar a operação para outros clientes, como Shopee, Coca-Cola e Petlove.

O caso do Grupo Murici ilustra, em escala ampliada, um cenário de pressão financeira que já havia sido identificado no levantamento setorial: custos crescentes de diesel, pessoal e manutenção de frota, somados ao endividamento, colocam transportadoras de diferentes portes sob risco de insolvência em todo o país. Para empresas associadas ao SETCEB, o alerta reforça a importância de monitorar de perto a concentração de clientes e os custos operacionais, especialmente em um momento de diesel mais caro e juros elevados, fatores que também pressionam o fluxo de caixa de transportadoras baianas.

Fonte: ClickPetróleoeGás

SINALIZAÇÃO DE CARGAS PERIGOSAS GANHA CURSO GRATUITO APÓS PRF REGISTRAR 1.381 SINISTROS EM RODOVIAS FEDERAIS

SINALIZAÇÃO DE CARGAS PERIGOSAS GANHA CURSO GRATUITO APÓS PRF REGISTRAR 1.381 SINISTROS EM RODOVIAS FEDERAIS

O transporte de produtos perigosos nas rodovias federais do país registrou 1.381 sinistros entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025, resultando em 19 mortes e 145 feridos no período, segundo dados do Setor de Estatística Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Apesar da redução de 732 para 649 ocorrências entre 2024 e 2025, a gravidade das colisões e tombamentos se manteve elevada, com uma média de 12 vítimas a cada 100 sinistros.

A sinalização correta dos veículos que transportam esse tipo de carga é apontada como uma das medidas centrais para reduzir riscos e orientar o atendimento em caso de acidente. Placas, rótulos de risco e painéis de segurança permitem identificar rapidamente os perigos associados às substâncias transportadas e fornecem informações essenciais às equipes de emergência que atendem a ocorrência.

Os produtos perigosos são classificados em nove categorias conforme o tipo de risco que apresentam: explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos inflamáveis, substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos, substâncias tóxicas e infectantes, materiais radioativos, substâncias corrosivas e produtos perigosos diversos.

A Resolução nº 5.998/2022 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estabelece os requisitos para o transporte rodoviário desse tipo de produto, incluindo as responsabilidades dos agentes envolvidos e as regras para aplicação de sanções. Entre as infrações relacionadas especificamente à sinalização estão a ausência, a inadequação, a ilegibilidade e o uso incorreto dos elementos de identificação exigidos.

Para reforçar a capacitação do setor, o SEST SENAT desenvolveu um curso gratuito sobre sinalização de veículos e equipamentos para o transporte rodoviário de produtos perigosos, com conteúdo técnico elaborado pela Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP) e autorização da ANTT. A formação tem carga horária de 20 horas, é inteiramente online e se destina a motoristas, operadores, expedidores, equipes de pátio, gestores de frota e profissionais de segurança.

Dividido em seis módulos, o curso aborda painéis de segurança, rótulos de risco, símbolos de identificação e os critérios para aplicação correta da sinalização, além de apresentar as irregularidades mais comuns identificadas durante fiscalizações. Segundo Karolina Jardim, analista de educação a distância do SEST SENAT, o conteúdo técnico baseado na Resolução ANTT nº 5.998/2022 e na norma ABNT NBR 7500 foi adaptado para dialogar com a realidade prática dos profissionais do transporte, sem perder o rigor das normas.

Um recorte específico de São Paulo, estado que, segundo a Pesquisa CNT de Rodovias, tem quase 80% de sua malha rodoviária considerada ótima ou boa, ilustra a dimensão do problema mesmo em rodovias bem avaliadas: de acordo com a ABTLP, o etanol foi o produto com maior incidência de sinistros no estado em 2025, seguido do óleo diesel, com colisão traseira, choque frontal, colisão lateral e tombamento como principais causas dos acidentes. Nos últimos cinco anos, 144 pessoas morreram em acidentes com cargas perigosas nas rodovias paulistas.

Para Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT, o diálogo próximo com as agências reguladoras é fundamental para identificar os problemas e desafios do setor e buscar soluções conjuntas para a segurança no trânsito. Segundo ela, a entidade busca colocar sua experiência em educação profissional a serviço da construção de soluções que atendam às necessidades dos profissionais do transporte, contribuindo para o desenvolvimento do setor e do país.

O curso é gratuito e está disponível na plataforma de cursos digitais do SEST SENAT, que já soma mais de 3 milhões de matrículas desde 2023. A capacitação é complementar e não substitui o curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos (MOPP), que continua obrigatório para os motoristas que atuam nesse tipo de transporte.

Para as transportadoras baianas, o tema tem relevância direta: parte expressiva do fluxo de produtos químicos, combustíveis e granéis perigosos do estado passa justamente pelo Porto de Aratu-Candeias e por rodovias que ligam a região metropolitana de Salvador ao interior, rota que concentra operações dos setores químico e petroquímico. Garantir a sinalização correta desses veículos reduz o risco de multas por parte da ANTT e, mais importante, agiliza o atendimento de emergência em caso de acidente, o que reforça o interesse das empresas associadas ao SETCEB em capacitar motoristas e equipes de pátio com o novo curso gratuito do SEST SENAT.

Fonte: Agência CNT

SENADO APROVA PROJETO QUE LIBERA R$ 14,5 BILHÕES PARA FINANCIAR RENOVAÇÃO DE CAMINHÕES E ÔNIBUS

SENADO APROVA PROJETO QUE LIBERA R$ 14,5 BILHÕES PARA FINANCIAR RENOVAÇÃO DE CAMINHÕES E ÔNIBUS

O Senado Federal aprovou, em regime de urgência, nesta quarta-feira, 28 de outubro, o Projeto de Lei nº 5.649/2026, que abre uma linha de financiamento de até R$ 14,5 bilhões para a renovação de frotas de transporte rodoviário de cargas e de passageiros no país. O texto, de autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados no dia anterior, 27 de outubro, e teve como relator no Senado o senador Fernando Dueire (PSD-PE). Agora o projeto segue para sanção ou veto da Presidência da República.

O projeto recupera mecanismos que haviam sido previstos pela Medida Provisória nº 1.353/2026, editada em 30 de abril, mas que perdeu eficácia em 27 de agosto por não ter sido convertida em lei dentro do prazo constitucional. Além do crédito para veículos, a proposta também trata de temas ligados à agricultura, à infraestrutura e à aviação civil, reunidos no mesmo texto legislativo.

Pelo projeto, o limite de R$ 14,5 bilhões será compartilhado entre ônibus, micro-ônibus, caminhões, caminhões-tratores e implementos rodoviários, sem reserva específica para nenhuma categoria de veículo. Não se trata de distribuição gratuita: as empresas interessadas precisarão contratar crédito reembolsável e cumprir as condições de pagamento estabelecidas, dentro da disponibilidade orçamentária e financeira do programa.

Caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) definir juros, encargos, prazos e demais condições dos financiamentos. Já o Ministério da Fazenda ficará responsável por gerir os recursos, que serão repassados ao BNDES. O banco atuará como agente financeiro e poderá combinar os valores do programa com recursos próprios, podendo os financiamentos também ser realizados por outras instituições financeiras habilitadas, que assumirão o risco de crédito das operações.

Entre os beneficiários previstos pelo texto estão caminhoneiros autônomos, pessoas físicas ligadas a cooperativas de transporte rodoviário de cargas, microempreendedores individuais, empresários individuais e pessoas jurídicas dos setores de transporte urbano ou rodoviário, tanto de cargas quanto de passageiros. Uma das novidades do texto é permitir que o chassi com motor e a carroceria do veículo sejam financiados separadamente quando vendidos por fabricantes diferentes, prática comum na indústria nacional de ônibus e caminhões.

Para serem financiados, os veículos precisam ser de fabricação nacional e estar credenciados no sistema de Credenciamento de Fornecedores Informatizado do BNDES. Caminhões e caminhões-tratores poderão ser novos ou seminovos, dentro de condições específicas, enquanto ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários precisarão ser necessariamente novos.

A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), destacou que programas anteriores de financiamento de frotas já somaram mais de 19 mil contratos em 1.966 municípios brasileiros, com cerca de R$ 19 bilhões direcionados a empresas de transporte e quase R$ 1 bilhão a caminhoneiros autônomos. Esses números, no entanto, dizem respeito a programas passados e não garantem, por si só, que os novos R$ 14,5 bilhões já estejam contratados.

Após a sanção ou veto presidencial, ainda será necessário que o CMN regulamente as condições operacionais do crédito e que um ato do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços defina os critérios ambientais, sociais e econômicos que os financiamentos deverão observar. Somente depois dessas etapas as transportadoras poderão de fato iniciar as contratações. Para o setor de transporte de cargas da Bahia, a nova linha de crédito pode representar uma oportunidade concreta de renovação de frota em um momento de pressão de custos com combustível, especialmente para caminhoneiros autônomos e pequenas transportadoras que têm mais dificuldade de acesso a financiamento no mercado convencional.

Fonte: Diário do Transporte