MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES E ANTT PREPARAM NOVO MODELO DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS COM FOCO NO NORTE E NORDESTE, E RODOVIAS DA BAHIA ENTRAM NO RADAR

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES E ANTT PREPARAM NOVO MODELO DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS COM FOCO NO NORTE E NORDESTE, E RODOVIAS DA BAHIA ENTRAM NO RADAR

O Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sinalizaram que a próxima leva de concessões rodoviárias federais vai concentrar boa parte dos novos trechos nas regiões Norte e Nordeste do país, com rodovias que cortam o interior da Bahia entre os projetos já mapeados para os próximos anos.

A informação foi divulgada pela Agência iNFRA, que teve acesso a declarações da secretária nacional de Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes, Viviane Esse, sobre os contornos do novo pacote de outorgas. Segundo ela, o governo já reúne "maturidade regulatória suficiente para trabalhar contratos mais flexíveis, como vemos fora do país", o que abre espaço para modelos de concessão diferentes dos contratos tradicionais praticados até aqui.

Entre os trechos citados estão a BR-235, ligando o Maranhão ao Tocantins, e a BR-135/316, no Maranhão, além de dois corredores que afetam diretamente a Bahia: a BR-020/BR-242, que liga o Distrito Federal ao estado, e a BR-101, no trecho do sul baiano. Também estão no radar a BR-364 e a BR-070, no Mato Grosso, e a BR-356 e a RJ-240, que dão acesso ao Porto do Açu, no Rio de Janeiro.

No caso da BR-393, também no Rio de Janeiro, o modelo já em estruturação prevê R$ 3 bilhões em investimentos (capex) e 15 quilômetros de duplicação, dentro do conceito batizado pelo governo de "concessões inteligentes". A expectativa é que o cronograma combine sete projetos remanescentes de 2026 com novas estruturações a partir de 2027, entre eles a Rota Agro Central, cujo leilão está previsto para dezembro deste ano.

Um dos pontos centrais do novo desenho é o mecanismo de aporte público, pelo qual o governo deposita recursos em uma conta vinculada logo no início do contrato, e a concessionária executa as obras para só depois receber os valores. A ferramenta é vista como alternativa para viabilizar trechos de menor tráfego, como partes da BR-101 na Bahia e da BR-242, que poderiam contar com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável (Fdirs) e financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O pacote também prevê a extensão, nas regiões Norte e Nordeste, da isenção de pedágio hoje restrita a motocicletas para os automóveis de passeio. A medida, no entanto, já provoca reação do setor de cargas: o presidente-executivo da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (ANUT), Luis Henrique Teixeira Baldez, criticou a proposta por redistribuir o custo da manutenção das rodovias, concentrando-o sobre os caminhões. "Aumentando o custo para o caminhão pagar por toda a recuperação da via", afirmou, ao alertar que as transportadoras tendem a repassar essa despesa extra ao valor do frete.

Técnicos do governo rebatem o argumento sustentando que os veículos leves provocam desgaste bem menor ao pavimento do que os caminhões, e que a melhoria da malha viária, de forma geral, reduz custos logísticos que compensariam os usuários de carga no médio prazo.

A referência mais próxima do que pode ser aplicado nos novos contratos é a Rota dos Sertões, concessão de 502 quilômetros que engloba trechos da BR-116 e da BR-324 entre Salgueiro, em Pernambuco, e Feira de Santana, já em território baiano. Leiloado em maio deste ano, o contrato prevê tarifa média de R$ 12,00 a cada 100 quilômetros rodados em pista simples, reduzida para R$ 8,00 conforme as condições de pavimento e duplicação evoluam ao longo da concessão.

Ainda não há data definida para os leilões dos trechos que passam pela Bahia, mas o Ministério dos Transportes já trabalha com a perspectiva de lançar as primeiras licitações da nova safra de concessões a partir de 2027, à medida que os estudos de viabilidade e os modelos de aporte público forem finalizados.

Para as transportadoras baianas, o desenho final dessas concessões deve pesar diretamente no custo do frete rodoviário nos próximos anos, já que rodovias como a BR-101 e a BR-020/242 são corredores usados no escoamento de produção agrícola e industrial do estado. A forma como o governo vai equacionar a divisão da conta do pedágio entre carros e caminhões, tema já sensível na Rota dos Sertões, deve ser um dos pontos mais acompanhados pelo setor de cargas baiano até a definição dos editais.

Fonte: Agência INFRA

DÓLAR FECHA EM ALTA NA ÚLTIMA SESSÃO DA SEMANA E PRESSIONA CUSTO DE INSUMOS IMPORTADOS USADOS POR TRANSPORTADORAS

DÓLAR FECHA EM ALTA NA ÚLTIMA SESSÃO DA SEMANA E PRESSIONA CUSTO DE INSUMOS IMPORTADOS USADOS POR TRANSPORTADORAS

O dólar comercial encerrou a última sessão de negociação da semana, nesta sexta-feira (11), cotado a R$ 5,125 na venda, alta de 0,43% frente ao fechamento anterior, segundo levantamento de cotações do mercado financeiro. A taxa Ptax, referência calculada pelo Banco Central e usada em contratos de comércio exterior, ficou em R$ 5,0918.

O movimento foi registrado pelas plataformas de acompanhamento cambial que consolidam as cotações do dia a partir dos dados do Banco Central, e reflete a combinação de dois sinais opostos: um doméstico, que em tese enfraqueceria o real, e outro externo, que fortaleceu o dólar globalmente.

No front interno, o IPCA de agosto trouxe deflação de 0,32%, resultado que reforçou as apostas do mercado em novos cortes da taxa Selic nas próximas reuniões do Copom. Juros mais baixos tendem a reduzir o diferencial de rentabilidade entre ativos brasileiros e americanos, o que em condições normais tende a enfraquecer a moeda nacional.

Do lado externo, no entanto, dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos vieram mais fortes do que o esperado, alimentando apostas de que o Federal Reserve manterá os juros americanos elevados por mais tempo. O cenário fortalece o dólar como um todo, inclusive frente ao real, e explica por que a moeda brasileira não conseguiu emplacar uma queda apesar do dado doméstico favorável a um afrouxamento monetário.

A oscilação cambial tem efeito direto sobre a estrutura de custos do transporte rodoviário de cargas. Pneus, peças de reposição, componentes eletrônicos embarcados e boa parte dos insumos usados na manutenção de frotas pesadas têm preço atrelado, total ou parcialmente, à cotação do dólar, seja por importação direta, seja pela paridade internacional de matérias-primas como borracha e aço.

O câmbio também integra a fórmula de formação do preço dos combustíveis no mercado interno, já que parte do diesel consumido no país tem preço de referência atrelado a cotações internacionais em dólar. Uma moeda americana mais valorizada tende a pressionar, ainda que de forma indireta e ao longo do tempo, o custo do diesel nas bombas, item que já responde pela maior fatia da planilha de custos das transportadoras.

O mercado financeiro já vinha precificando alta probabilidade de novo corte da Selic na reunião do Copom da próxima semana, cenário que, se confirmado, tende a reduzir o custo do crédito para renovação de frotas, mas que por ora convive com um câmbio mais pressionado no curto prazo.

Para as transportadoras baianas, o efeito prático tende a aparecer primeiro na manutenção da frota: pneus e peças importadas, ou com forte componente cambial, ficam proporcionalmente mais caros, encarecendo a operação de quem transporta cargas dentro e fora do estado. Por outro lado, exportadores de commodities baianas, como soja, algodão e cacau, tendem a se beneficiar relativamente de um real mais depreciado, o que pode sustentar a demanda por frete voltado à exportação nos portos do estado.

A tendência do câmbio nas próximas semanas deve depender diretamente da decisão do Copom e dos próximos indicadores de inflação nos Estados Unidos, dois fatores que devem seguir movimentando o dólar e, por consequência, a planilha de custos das empresas de transporte de cargas do país.

Fonte: Banco Central do Brasil (Ptax) e Boca Notícias

GOVERNO DA BAHIA AUTORIZA NOVA RODADA DE OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO EM CINCO MUNICÍPIOS, DO BAIXO SUL AO SÃO FRANCISCO

GOVERNO DA BAHIA AUTORIZA NOVA RODADA DE OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO EM CINCO MUNICÍPIOS, DO BAIXO SUL AO SÃO FRANCISCO

O governo do Estado da Bahia autorizou um novo pacote de intervenções viárias distribuído por cinco municípios de diferentes regiões do estado, somando recursos que já ultrapassam R$ 63 milhões nos trechos com valores divulgados.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (11), em um balanço de ações do governo estadual que também incluiu medidas de inclusão digital, trânsito urbano e proteção a mulheres e crianças em diversos municípios, mas a parte de infraestrutura viária concentrou boa parte dos investimentos anunciados.

Em Cairu, no Baixo Sul, será pavimentado um trecho de 5,2 quilômetros de acesso ao Atracadouro de Gamboa do Morro e ao Aeroporto da Quinta Praia, em Morro de São Paulo, com investimento de R$ 18,5 milhões.

No mesmo território do Baixo Sul, o município de Camamu terá 2,9 quilômetros pavimentados, com aporte de R$ 2,3 milhões.

Em Quijingue, no semiárido baiano, a obra prevista é a pavimentação de 15,6 quilômetros da rodovia estadual BA-381, com investimento de R$ 15,6 milhões.

Já em Araçás, o pacote inclui a construção de um terminal rodoviário com quatro baias de embarque para ônibus, além da pavimentação da BA-093, em investimento total de R$ 5 milhões.

No território do São Francisco, o município de Canudos receberá a pavimentação de 21 quilômetros ligando a BR-235 ao povoado de Rosário, com investimento de R$ 22,5 milhões, o maior valor entre os trechos anunciados.

O anúncio não trouxe prazos específicos para o início ou a conclusão das obras nos cinco municípios, nem uma estimativa de prazo total do pacote.

O pacote se soma a outras rodadas de licitações e autorizações de obras rodoviárias que o governo estadual vem anunciando nas últimas semanas em diferentes territórios do estado, num movimento de ampliação da malha pavimentada baiana.

Para as transportadoras que operam na Bahia, a pavimentação de acessos como o de Canudos à BR-235 e o de Quijingue na BA-381 tende a reduzir o tempo de viagem e o desgaste de veículos em trechos hoje precários, pontos que costumam consumir combustível extra e aumentar o custo de manutenção da frota. Rotas mais bem pavimentadas no semiárido e no Baixo Sul também podem facilitar o acesso de caminhões a regiões produtoras e a pontos turísticos e portuários, como o Atracadouro de Gamboa do Morro, que dependem do transporte rodoviário para o escoamento de pessoas e mercadorias.

Fonte: A Notícia do Vale

ESPECIALISTA DO CONSELHO FEDERAL DE QUÍMICA DETALHA CUIDADOS OBRIGATÓRIOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS QUÍMICAS

ESPECIALISTA DO CONSELHO FEDERAL DE QUÍMICA DETALHA CUIDADOS OBRIGATÓRIOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS QUÍMICAS

O transporte rodoviário de produtos químicos e inflamáveis exige uma série de cuidados técnicos que vão além da direção defensiva, alertou o conselheiro federal do Conselho Federal de Química (CFQ), Wagner Contrera, em entrevista que detalhou os procedimentos de segurança exigidos das transportadoras e dos motoristas que operam com esse tipo de carga.

A entrevista, concedida ao portal Metrópoles, foi motivada por um incidente registrado no início do mês: uma carreta bitrem carregada com 30 mil litros de etanol pegou fogo na BR-262, em Campos Altos (MG), e teve o cavalo mecânico danificado pelas chamas, embora não tenha havido vazamento do produto nem vítimas.

Segundo o especialista, antes de qualquer viagem com carga química a transportadora deve realizar uma vistoria completa do veículo, que inclui a checagem de pneus, freios, suspensão, iluminação e sistema elétrico, itens que, se malconservados, aumentam o risco de superaquecimento e de faíscas.

No caso de veículos-tanque, como o modelo envolvido no incidente em Minas Gerais, a inspeção precisa avaliar também tanques, válvulas, conexões e dispositivos de segurança, além de verificar sinais de trincas, amassamentos ou falhas nas soldas da carroceria, pontos que podem comprometer a integridade do compartimento de carga durante o trajeto.

Contrera destacou ainda a importância da sinalização correta do veículo, que informa a terceiros e a equipes de resgate o tipo de produto transportado, e do aterramento durante as operações de carga e descarga, procedimento que evita o acúmulo de eletricidade estática, um dos fatores de risco mais comuns em incêndios envolvendo líquidos inflamáveis como o etanol.

Em caso de princípio de incêndio ou vazamento, o especialista recomendou o uso de agentes extintores específicos para cada tipo de produto, citando a espuma resistente a álcool como indicada para incêndios com etanol, além de reforçar a necessidade de treinamento prévio dos motoristas e das equipes envolvidas na operação para agir rapidamente diante de emergências.

O transporte de produtos perigosos no Brasil é regulado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que exige certificação específica de motoristas, sinalização padronizada dos veículos e documentação detalhada da carga transportada, entre outras exigências aplicáveis a esse tipo de operação em todo o território nacional.

O episódio na BR-262 reforça um ponto sensível para transportadoras de todo o país que operam com produtos químicos e inflamáveis, incluindo empresas baianas que atendem o polo industrial de Camaçari e outras plantas químicas do estado: falhas de manutenção, sinalização ou capacitação podem transformar um problema técnico pontual em um incidente de grandes proporções, com risco a motoristas, à população e ao meio ambiente ao longo da rodovia.

Para o setor, o episódio funciona como lembrete de que o cumprimento das normas da ANTT e a manutenção preventiva da frota que transporta cargas perigosas não são apenas exigência regulatória, mas parte central da gestão de risco das transportadoras que atuam nesse segmento.

Fonte: Metrópoles

COMJOVEM BAHIA PARTICIPA DE ENCONTRO SOBRE OS IMPACTOS DA REFORMA TRIBUTÁRIA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

COMJOVEM BAHIA PARTICIPA DE ENCONTRO SOBRE OS IMPACTOS DA REFORMA TRIBUTÁRIA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

A COMJOVEM Bahia participou, nesta quinta-feira (10), do Café com Reforma Tributária, encontro promovido pela Contart Contabilidade, em Lauro de Freitas (BA), que reuniu representantes e profissionais do setor de transporte para discutir os impactos das mudanças tributárias e seus reflexos na atividade empresarial.

Com o tema “Informação hoje. Mais estratégia para o seu amanhã”, o encontro teve como proposta esclarecer dúvidas e ampliar o conhecimento dos transportadores sobre as transformações trazidas pela Reforma Tributária, contribuindo para que as empresas possam se preparar de forma mais estratégica para o novo cenário.

A participação da COMJOVEM Bahia reforça o compromisso da comissão com a capacitação, a troca de conhecimentos e o desenvolvimento dos jovens empresários e executivos do transporte rodoviário de cargas, aproximando seus integrantes de debates que impactam diretamente a gestão e a competitividade das empresas do setor.

Para o vice-coordenador da COMJOVEM Bahia, Fábio Souza, encontros como esse são importantes para transformar informação em planejamento:

“A Reforma Tributária traz mudanças que terão impacto direto na rotina e na gestão das empresas de transporte. Por isso, é fundamental que o empresário esteja informado e busque entender, desde já, como essas alterações poderão afetar sua operação. Participar de momentos como este nos ajuda a ampliar o conhecimento, trocar experiências e estar mais preparado para tomar decisões estratégicas.”

A COMJOVEM Bahia segue incentivando a participação de seus integrantes em iniciativas voltadas à qualificação profissional, atualização e fortalecimento do transporte rodoviário de cargas, contribuindo para a formação de uma nova geração de lideranças cada vez mais preparadas para os desafios do setor.

MERCADO PRECIFICA 95% DE CHANCE DE NOVO CORTE NA SELIC NA REUNIÃO DO COPOM DA PRÓXIMA SEMANA

MERCADO PRECIFICA 95% DE CHANCE DE NOVO CORTE NA SELIC NA REUNIÃO DO COPOM DA PRÓXIMA SEMANA

Operadores do mercado financeiro já precificam probabilidade de 95% de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central promova um novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, levando-a de 14,00% para 13,75% ao ano, na reunião marcada para os dias 15 e 16 de setembro.

A leitura do mercado é baseada nos preços das opções de juros futuros negociadas na B3, divulgados nesta sexta-feira. Um eventual corte confirmaria o quinto movimento consecutivo de flexibilização monetária desde o início do ciclo de afrouxamento, iniciado em março deste ano.

A Selic está em 14,00% ao ano desde a última decisão do Copom, tomada em agosto, quando o comitê já havia promovido o quarto corte seguido de 0,25 ponto percentual, em decisão unânime.

A expectativa de novo corte no Brasil coincide com a reunião de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, marcada para as mesmas datas, 15 e 16 de setembro. O consenso entre cerca de 70% dos economistas consultados pelo mercado americano é de que o Fed deve manter os juros americanos estáveis, na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.

A manutenção dos juros americanos, associada ao corte esperado no Brasil, deve ampliar ainda mais o diferencial de juros entre os dois países — fator que, segundo analistas, tende a limitar uma eventual pressão de alta sobre o real mesmo com o afrouxamento monetário brasileiro, já que o carrego de capital estrangeiro no país segue atrativo.

O Boletim Focus mais recente, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira, dia 8, projeta Selic de 13,75% ao ano para o fim de 2026 — patamar estável há quatro semanas nas projeções —, além de novos cortes adiante, com a taxa projetada em 12,00% ao fim de 2027 e 10,50% ao fim de 2028. A projeção de inflação (IPCA) para 2026 está em 5,00%, acima do teto da meta.

A trajetória de queda da Selic é acompanhada de perto pelas transportadoras, já que boa parte do financiamento de aquisição e renovação de frota no país é feito a taxas atreladas ao CDI, que acompanha de perto a taxa básica de juros. Para empresas do setor na Bahia, cada corte na Selic tende a reduzir gradualmente o custo do crédito para compra de caminhões e capital de giro, ainda que o efeito sobre as condições de financiamento costume aparecer com defasagem em relação à decisão do Copom.

Fonte: Rio Times Online