por Setceb | ago 9, 2024 | Uncategorized
O presidente Vander Costa esteve na solenidade de abertura do evento e foi painelista na mesa que discutiu estratégias para a descarbonização da frota de veículos brasileira.
O caminho para o transporte é a sustentabilidade em diversas dimensões. Com essa premissa, foi iniciada, nessa quarta-feira (7), em Brasília (DF), a Bienal das Rodovias 2024, realizada pela ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias). Durante dois dias, autoridades e representantes do setor de transporte debatem os desafios das concessões rodoviárias no país.
Na abertura do evento, o presidente Vander Costa destacou a vantagem da utilização do sistema free flow nas rodovias sob concessão. “O free flow está ligado ao processo de descarbonização porque os veículos evitam frear e acelerar a cada pedágio. Ao passar em velocidade constante, economizam e queimam menos combustível e, consequentemente, emitem menos gás carbônico”, justificou. Vander Costa também ressaltou a importância do transporte coletivo para a preservação do meio ambiente, pelo fato de ser um veículo que transporta mais pessoas e, nesse sentido, a emissão é menor.
O presidente da ABCR, Marco Aurélio Barcelos, declarou que o encontro deste ano tem como base a sustentabilidade e os novos leilões de rodovias. “Não estamos falando de sustentabilidade subjetivamente. Queremos imprimir seriedade sobre a sustentabilidade que comporta múltiplas visões”, disse. Segundo ele, o contrato de concessão tem que nascer, crescer e morrer — quando chegar o momento — e deixar legado. “Essa é a ideia de sustentabilidade que defendemos aqui – a sustentabilidade negocial. Outro aspecto é garantir que os contratos vinguem, sejam duradouros e sejam entregues”.
Entre os convidados para a solenidade, estava o ministro dos Transportes, Renan Filho. Ele afirmou que é fundamental debater a sustentabilidade de maneira ampla, uma vez que ela não é só ambiental nem apenas emissão de carbono. “Sustentabilidade inclui compromisso social, porque não há sustentabilidade com uma sociedade em desequilíbrio”, defendeu.
Descarbonização da frota O presidente do Sistema Transporte foi painelista no primeiro painel do dia. Sob o tema “Sustentabilidade no transporte: Estratégias para a descarbonização da frota de veículos brasileira”, ressaltou que a descarbonização da frota precisa dar destino, principalmente, aos veículos mais antigos.
No quesito ambiental, o presidente destacou a importância da renovação de frota para melhorar a qualidade do ar e garantir a segurança viária. Ele também comentou sobre a questão das emissões. “Os dados estatísticos mostram que 10% da frota de caminhões do Brasil ainda são da fase P-0 (anteriores a 1989), ou seja, não têm qualquer controle de emissão de poluente. A fase P8 (2022), que está vigente, tem redução de 95% de poluentes. Mas, embora moderna, essa frota corresponde apenas a 4% dos ônibus e caminhões em circulação no país”, destacou.
Os veículos mais novos também aprimoram sistemas de bordos com controles e sinalizadores de alertas, que proporcionam mais segurança aos usuários, evitando acidentes rodoviários. Por fim, Costa pontuou que a isenção de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para veículos com mais de 20 anos gera um incentivo reverso. “É favorecer a permanência de veículos mais antigos”.
O teor obrigatório do biodiesel de base éster no diesel foi outro ponto destacado pelo presidente que vai na contramão da sustentabilidade. Segundo ele, quando a mistura estava no patamar entre 8% a 10%, gerava uma redução de emissão. Acima desse percentual, pontuou, passou a causar transtornos para o transportador e o meio ambiente. “Os veículos não estão adaptados para esse nível de mistura, e isso acaba causando mais emissão”, esclarece.
O debate no painel foi mediado pela subsecretária de Acompanhamento Econômico e Regulação da Secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Ana Patrizia Lira. Também foram painelistas o engenheiro químico, Rogério Ribas, o mestre em Administração Pública e Planejamento Urbano, Maurício Muniz, e a economista Marília Garcéz.
por Setceb | ago 8, 2024 | Uncategorized
Mais que desenvolvimento, é urgente desenvolver com sustentabilidade. Essa é a premissa da Bienal das Rodovias, que começou nesta quarta-feira(7), em Brasília, e contou com a abertura do ministro Renan Filho.
“É fundamental debater a sustentabilidade de maneira ampla, porque a sustentabilidade não é só ambiental, não é apenas emissão de carbono. Sustentabilidade inclui compromisso social, porque não há sustentabilidade com uma sociedade em desequilíbrio”, defendeu o ministro dos Transportes.
O evento, promovido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), reúne os principais nomes do setor de transportes do país, incluindo poder público, concessionárias e pesquisadores.
“As concessionárias estão batendo recorde de investimento este ano, totalizando R$31,5 bilhões. Para acompanhar esse movimento, estamos criando sistemas para garantir a celeridade dos licenciamentos ambientais”, afirmou o presidente da ABCR, Marco Aurélio Barcelos.
O momento é favorável à iniciativa privada graças, também, à políticas implementadas pelo Governo Federal. Exemplo importante é a Política Nacional de Outorgas Rodoviárias, elaborada pelo Ministério dos Transportes, publicada em outubro de 2023.
De acordo com o Plano, os contratos de concessão de rodovias devem ser orientados levando em conta a participação da sociedade civil e do mercado, além de promover a sustentabilidade contratual, social e ambiental.
“Estamos trabalhando para resolver contratos de concessões rodoviárias antigos que estão em desequilíbrio, com o objetivo de aumentar o investimento na infraestrutura nacional, gerando um ciclo positivo de investimentos”, disse Renan Filho.
A meta do ministro é realizar 35 leilões até 2026, sendo 12 ainda este ano. Todos os editais de licitação para novos projetos deverão alocar no mínimo 1% da receita bruta anual para medidas de desenvolvimento de infraestrutura sustentável, mais resistentes às mudanças climáticas.
“Nós estamos construindo coletivamente, ouvindo as concessionárias, o mercado financeiro, as experiências de outros países. A gente vai mostrar que tem condições de andar em um ritmo ainda mais acelerado e isso vai ajudar toda a economia nacional a avançar, vai ajudar o cidadão”, concluiu o ministro dos Transportes.
Iniciativas sustentáveis
Com uma visão inovadora e voltada para o futuro, o Ministério dos Transportes publicou normas que visam ao crescimento da sustentabilidade no setor. Alguns destaques:
Sistema Integrado de Monitoramento de Dados Socioambientais – mais de 330 projetos que aguardavam licença ambiental já foram incluídos na ferramenta Pedágio Eletrônico (Free Flow) – A adoção do pedágio eletrônico, o free flow, é uma solução estrutural para a redução de emissões de carbono nas rodovias Caminhões Elétricos – O Ministério dos Transportes conduz estudos voltados à regulamentação de caminhões elétricos de grande porte
Bienal das Rodovias
Além do ministro Renan Filho, participam ainda da Bienal das Rodovias como palestrantes o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, a secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, e o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão. O evento termina nesta quinta-feira (8) e deve reunir cerca de 2 mil pessoas.
por Setceb | ago 8, 2024 | Uncategorized
Motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas e passageiros passaram a contar com mais 2 novos pontos de parada e descanso (PPD). O credenciamento foi confirmado pela Portaria Nº 756, do Ministério da Infraestrutura, publicada hoje, 7 de agosto, no Diário Oficial da União (DOU).
A criação dos pontos tem como objetivo melhorar a qualidade de trabalho no setor e, para receber a autorização, estabelecimentos precisam cumprir com todos os requisitos e condições mínimas sanitárias, de segurança e conforto.
RAZÃO SOCIAL: Comercial Buffon Combustíveis e Transportes Ltda NOME FANTASIA: Posto Buffon 106 CNPJ: .93.489.243/0106-93 BR: 116 KM: 388 CIDADE: Camaquã UF: RS VALIDADE: .2028 RESSALVAS: NÃO NOTA TÉCNICA: *****
RAZÃO SOCIAL: L. T. Nichelle Comércio de Combustíveis Ltda NOME FANTASIA: Posto Mantra Contorno CNPJ: 19.951.933/0001-92 BR: 376 KM: .587,7 CIDADE: Curitiba UF: PR VALIDADE: 2028 RESSALVAS: Não NOTA TÉCNICA: *****
Entende-se como PPD pontos de parada e descanso situados nas margens das rodovias ou em áreas sob circunscrição federal, possuindo característica e instalações adequadas para se prestarem à espera, repouso e descanso dos motoristas profissionais de transporte rodoviário.
Confira a publicação na íntegra
por Setceb | ago 8, 2024 | Uncategorized
Somando o lucro do Banco do Brasil com os resultados de Bradesco e Itaú Unibanco, o valor chega a R$ 24,2 bilhões de abril a junho. No semestre, ganho do BB chegou a R$ 18,8 bilhões.
Nos primeiros seis meses de 2024, o lucro líquido ajustado do Banco do Brasil somou R$ 18,8 bilhões – (crédito: Marcelo Camargo/Ag..ncia Brasil)x
Nos primeiros seis meses de 2024, o lucro líquido ajustado do Banco do Brasil somou R$ 18,8 bilhões – (crédito: Marcelo Camargo/Ag..ncia Brasil) O Banco do Brasil registrou um lucro líquido ajustado de R$ 9,5 bilhões no segundo trimestre de 2024, dado 8,2% superior ao registrado no mesmo período de 2023, segundo informações divulgadas pela instituição na noite desta quarta-feira (7/8).
Somado aos dois maiores bancos privados do país, Itaú Unibanco e Bradesco, que também apresentaram os resultados financeiros nesta semana, o lucro líquido das três instituições chega a R$ 24,2 bilhões. O Itaú Unibanco apresentou um lucro líquido de R$ 10 bilhões entre abril e junho, dado 15% acima do contabilizado no segundo trimestre do ano passado. Já o Bradesco lucrou R$ 4,7 bilhões no mesmo período, apresentando aumento 4,4% na mesma base de comparação.
Nos primeiros seis meses de 2024, o lucro líquido ajustado do Banco do Brasil somou R$ 18,8 bilhões, o que representa um retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) de 21,7% e uma variação positiva de 8,5% em relação ao lucro líquido ajustado do primeiro semestre de 2023, de acordo com informações da instituição financeira. “Isso reflete o sucesso da execução de uma estratégia direcionada à proximidade com o cliente e materializada, cada vez mais, na experiência digital e inovação, na concessão sustentável do crédito, na diversificação das receitas e na eficiência”, informou o comunicado do BB.
A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e valores mobiliários privados e garantias, registrou saldo de R$ 1,18 trilhão em junho de 2024, com evolução de 13,2% na comparação dos últimos 12 meses e 3,9% na comparação com março de 2024.
Leia também: Banco do Brasil assina parceria com governo federal para apoio à comunidade LGBT+ Conforme os dados da instituição, a carteira ampliada de pessoa física, que somou R$ 320,8 bilhões entre abril e junho, apresentou avanço menor, de 1,1%, no trimestre, enquanto a pessoa jurídica teve expansão de 7%, para R$ 421,1 bilhões. Já a carteira ampliada de agronegócio registrou variação de 0,7% no trimestre, para R$ 375 bilhões, alavancada pelo custeio e pelo investimento agropecuário. O BB é o principal parceiro do agronegócio brasileiro, com o novo Plano Safra 2024/2025 disponibilizando R$ 260 bilhões em recursos, dos quais R$ 26 bilhões destinados à Agricultura Familiar (Pronaf).
Plano Safra terá destaque especial para pequenos e médios produtores, diz BB De acordo com o comunicado, o Banco do Brasil foi a primeira instituição financeira a incluir, em fevereiro deste ano, as projeções de crédito referentes aos negócios categorizados como sustentáveis. “Em junho de 2024, o BB alcançou R$ 358,4 bilhões, o que significa um aumento de 11,5% em 12 meses”, destacou a nota. Ainda em negócios sustentáveis, destaque para a captação de US$ 100 milhões no segundo trimestre deste ano, “em operação, inédita no mundo, do tipo Triple Sustainable Repo”.
“Com essa operação, o BB estabeleceu um novo marco no setor financeiro global, já que a operação inaugurou a atuação do BB sob a nova plataforma de Dívidas Vinculadas à Sustentabilidade e enfatiza o papel significativo do país no cenário de finanças sustentáveis globais”, acrescentou o documento.
por Setceb | ago 7, 2024 | Uncategorized
Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) deixaram de lado a usual comunicação indireta na ata da última reunião publicada nesta terça-feira, 6. Eles afirmaram, explicitamente e de maneira unânime, que não hesitarão em aumentar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgarem apropriado.
Na prática, os diretores do Banco Central (BC) sinalizaram claramente que podem subir os juros nas próximas reuniões.
Com isso, a dúvida agora passa a ser quando começará o ciclo de alta e se essas elevações serão de 0,25 ponto percentual ou de 0,5 ponto percentual.
“À luz desse acompanhamento, o Comitê avaliará a melhor estratégia: de um lado, se a estratégia de manutenção da taxa de juros por um tempo suficientemente longo levará a inflação à meta no horizonte relevante; de outro lado, o Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado“, informaram os diretores do BC.
“Como usual, as estratégias adotadas pelo Comitê refletirão o compromisso com o cumprimento da meta de inflação, visando também a reancoragem das expectativas de inflação de modo a minimizar o custo da desinflação. O Comitê se manterá vigilante e relembra que eventuais ajustes futuros na taxa de juros serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta.”
Os membros do Copom afirmaram que o cenário atual é marcado por projeções mais elevadas e mais riscos para a alta da inflação.
E que o desenrolar do cenário será particularmente importante para definir os próximos passos de política monetária. De maneira unânime, eles afirmaram que o momento é de maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação.
Inflação de serviços preocupa Copom
Segundo o Copom, as taxas de inflação de bens industriais e de alimentação no domicílio mantiveram suas recentes trajetórias, deixando de contribuir para a desinflação nesse estágio do processo desinflacionário.
Para piorar, a inflação de serviços assumiu papel preponderante na dinâmica de redução de preços.
“Debateu-se então o papel da dinâmica do mercado de trabalho e das expectativas de inflação para a determinação da inflação de serviços. Concluiu-se que o processo desinflacionário arrefeceu e que os níveis de inflação corrente acima da meta, em contexto de dinamismo da atividade econômica, tornam a convergência da inflação à meta mais desafiadora”, informou o BC.
Além disso, os membros do Copom avaliaram que o cenário prospectivo de inflação se tornou mais desafiador, com o aumento das projeções de inflação de médio prazo, mesmo condicionadas em uma trajetória de taxa de juros mais elevada.
Com isso, os diretores do BC concluíram unanimemente pela necessidade de uma política monetária ainda mais cautelosa e de acompanhamento diligente do desenrolar do cenário.
“O Comitê avalia que a condução da política monetária é um fator fundamental para a reancoragem das expectativas e continuará tomando decisões que salvaguardem a credibilidade e, consequentemente, reduzam o custo da desinflação”, afirmaram os membros do Copom. “O Comitê não se furtará ao seu compromisso com o atingimento da meta de inflação e entende o papel fundamental das expectativas na dinâmica da inflação.”
por Setceb | ago 7, 2024 | Uncategorized
Entenda como economizar recursos naturais e evitar a emissão de gases poluentes nessa etapa.
Para que um produto seja “ecofriendly”, ou seja, amigável com a natureza, ele precisa não só evitar desperdício de recursos naturais e agressões à natureza no momento de produção ou consumo. O item tem que ser amigável com o meio ambiente em todas as etapas da cadeia produtiva, incluindo o transporte.
Se não cumprir esses pré-requisitos, o produto pode até ser propagandeado como “ecofriendly”, mas ele será apenas mais um caso de “greenwashing”. Este último termo é usado para nomear casos em que esse título de não agressor da natureza é apenas uma estratégia de marketing que não se sustenta no discurso.
E por que se adequar totalmente ao rótulo de “ecofriendly” importa? Primeiramente, isso é importante pela consciência e pelo orgulho de ter um negócio que se desenvolve sem prejudicar o meio ambiente e, consequentemente, todos que vivem nele, gerações presentes e futuras.
Em segundo lugar, dados apontam que os consumidores valorizam essa sustentabilidade na hora da escolha dos produtos. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estudou o comportamento dos consumidores em 2023, em relação a 2022, e revelou preocupação com os hábitos sustentáveis. A pesquisa identificou que o número de consumidores que valorizam essas práticas subiu de 74% para 81% em um ano.
Logística verde ou sustentável Muito se fala sobre como produzir evitando gasto de energia ou de água, mas, quando o assunto é economizar recursos naturais e reduzir emissões de carbono no transporte, podem existir dúvidas em relação ao ponto de partida para essas práticas. A logística verde, nome dado ao transporte de cargas de forma responsável socioambientalmente, pode ocorrer de formas diversas, sempre estando aberta a novas soluções.
Uma dessas maneiras é por meio da atenção à manutenção dos veículos de carga, pois veículos com defeito podem emitir mais gases poluentes e consumir mais combustível. O ideal é que esses transportes passem por revisão periódica.
Optar por rotas menores, favorecendo fornecedores locais, também ajuda a reduzir esse desgaste do veículo e diminui também a emissão de gases poluentes. Isso também faz parte da logística sustentável.
Se possível, é bom ter, em pelo menos parte da frota, veículos movidos a biocombustíveis ou veículos elétricos. Caminhões e outros transportes de grande porte são mais poluentes e, já que muitas vezes não podem ser evitados, podem ter o impacto ambiental minimizado se aliados ao uso de automóveis com outras formas de abastecimento para entregas menores.
Para não trocar apenas o modo do prejuízo ambiental ao substituir o motor a combustível por um veículo de motor elétrico, o empresário pode procurar fontes de energia limpa para abastecer a frota e para outras operações no processo de distribuição. Uma opção de fornecimento de energia sustentável é por meio do mercado livre de energia.
Mercado livre de energia Esse mercado é ideal para aqueles que consomem grandes quantidades de energia e ainda assim querem economizar. Nesse modo de fornecimento, os clientes negociam diretamente com os fornecedores a quantidade, o período, os preços e as formas de pagamento da energia fornecida.
Além de evitar o desperdício de energia, o mercado livre ainda permite negociar com fornecedores locais. Além disso, escolher entre os tipos de energia hidrelétrica, solar, eólica e outras sustentáveis. As concessionárias de energia costumam oferecer todo o suporte na transição para esse mercado.
Adotar esse novo modelo de fornecimento gera a emissão de certificados de energia renovável (I-REC). Eles podem atrair e fidelizar novos clientes e também tornar a empresa mais autossuficiente e responsável com o meio ambiente.