por Setceb | maio 27, 2026 | Uncategorized
O movimento Maio Amarelo, campanha nacional voltada à conscientização para a segurança viária, reforça neste ano a importância da prevenção no transporte rodoviário de cargas, especialmente no segmento de produtos perigosos, considerado um dos mais sensíveis da logística nacional.
No setor, a segurança operacional depende de uma ampla estrutura de gestão de risco que envolve procedimentos técnicos, capacitação profissional, monitoramento contínuo e rígido cumprimento das normas regulamentadoras.
Segundo a Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, reduzir ocorrências no transporte de produtos perigosos vai muito além da condução segura dos veículos.
A entidade destaca que as práticas preventivas começam antes mesmo do início da viagem e seguem durante toda a operação logística.
No Brasil, a principal regulamentação do setor está prevista na Resolução ANTT nº 5.998/2022, atualizada posteriormente pela Resolução ANTT nº 6.056/2024.
“A gestão de proteção nesse tipo de atividade deve ser tratada como um elemento central. A segurança não pode ser vista apenas como uma exigência regulatória, mas como uma condição indispensável para que a operação aconteça”, afirmou Eduardo Leal.
Segundo o dirigente, sem procedimentos técnicos adequados, equipamentos específicos, capacitação contínua e controle operacional rigoroso, o transporte fica exposto a riscos que podem comprometer vidas, o meio ambiente, o patrimônio e a própria continuidade da operação.
CAMPANHAS EDUCATIVAS FORTALECEM A PREVENÇÃO
Para a ABTLP, campanhas como o Maio Amarelo ajudam a fortalecer a cultura de prevenção no transporte rodoviário ao ampliar o debate sobre responsabilidade e cumprimento das normas de segurança.
“Campanhas educativas reforçam a importância da prevenção, da responsabilidade compartilhada e do cumprimento das normas de segurança. Isso está diretamente ligado às necessidades do transporte de produtos perigosos, no qual qualquer falha operacional pode gerar impactos significativos”, destacou Eduardo Leal.
Entre os principais fatores apontados pela entidade para redução de acidentes estão:
Capacitação permanente dos motoristas;
Manutenção preventiva da frota;
Correta sinalização das cargas;
Análise prévia das rotas;
Gestão de risco;
Monitoramento contínuo das operações.
REGRAS MAIS RÍGIDAS EXIGEM MAIOR CONTROLE OPERACIONAL
As novas regras do transporte de produtos perigosos também vêm ampliando o nível de exigência sobre as empresas do setor.
Segundo a ABTLP, as regulamentações seguem diretrizes internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU) e exigem atenção especial para quatro pilares principais:
Treinamento e capacitação;
Segurança e fiscalização;
Rastreabilidade das operações;
Seguros obrigatórios atualizados.
Entre as exigências estão a emissão de documentação eletrônica, integração com sistemas de controle e emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para monitoramento de frete e pedágio.
De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, são consideradas cargas perigosas produtos nocivos ao meio ambiente e à população, incluindo substâncias químicas, biológicas e radioativas.
As cargas são classificadas internacionalmente em nove categorias, entre elas:
Explosivos;
Gases;
Líquidos inflamáveis;
Sólidos inflamáveis;
Substâncias tóxicas;
Materiais radioativos;
Produtos corrosivos.
Além disso, existem produtos classificados em categorias especiais, como baterias de lítio e gelo seco.
COMBUSTÍVEIS LIDERAM OCORRÊNCIAS
Levantamento da ABTLP aponta que o Brasil registra média de 78,2 acidentes por mês envolvendo cargas perigosas.
Segundo a entidade, os combustíveis lideram os registros de ocorrências nas rodovias brasileiras. O etanol aparece como o produto com maior incidência, representando 18,1% dos casos monitorados.
Para atuar no transporte de cargas perigosas, os motoristas precisam obrigatoriamente possuir formação específica por meio do Curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos (MOPP).
O curso é exigido para condutores profissionais habilitados nas categorias B, C, D ou E, sendo necessário ter no mínimo 21 anos para exercer a atividade.
por Setceb | maio 26, 2026 | Uncategorized
O transporte rodoviário de cargas voltou a acender o alerta sobre segurança nas estradas brasileiras. Levantamento divulgado pela nstech, empresa especializada em tecnologia para supply chain e gestão de risco, aponta crescimento nos acidentes envolvendo caminhões em 2025, principalmente na Região Sudeste, que concentrou a maior parte das ocorrências monitoradas no País.
Segundo o estudo, somente nas operações acompanhadas pelas gerenciadoras BRK, Buonny e Opentech foram registrados 1.504 acidentes graves com veículos de carga ao longo do ano. O Sudeste lidera o ranking nacional, impulsionado principalmente pelos números de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
São Paulo aparece na primeira posição, com 417 ocorrências monitoradas em 2025. Rodovias como Anchieta, Castelo Branco, Rodoanel e Presidente Dutra estão entre os corredores com maior volume de circulação de caminhões e também entre os mais críticos em relação à segurança operacional.
Minas Gerais também apresentou avanço expressivo nos registros. O estado saltou de 177 acidentes em 2023 para 259 em 2025. Entre os principais pontos de atenção está a BR-381, conhecida historicamente pelo alto índice de acidentes envolvendo veículos pesados.
Enquanto o Sudeste concentra os maiores números absolutos, o Centro-Oeste também demonstra crescimento preocupante. O levantamento mostra aumento de 14% nas ocorrências entre 2024 e 2025, movimento diretamente relacionado à expansão do agronegócio e ao fluxo intenso de caminhões em rotas de escoamento da safra.
A BR-153, importante corredor logístico do agronegócio brasileiro, aparece entre as rodovias mais críticas no monitoramento realizado pela companhia.
Manhã concentra maior número de acidentes
Os dados também revelam mudanças importantes no comportamento das ocorrências. Diferentemente da percepção comum de que a madrugada seria o período mais perigoso, a faixa da manhã liderou os registros de acidentes em 2025, com 480 ocorrências.
Especialistas associam esse cenário ao aumento simultâneo do fluxo urbano, à saída de caminhões dos centros de distribuição e à fadiga acumulada por motoristas que iniciam as viagens ainda durante a madrugada.
As tardes também registraram alta nas ocorrências, enquanto os acidentes durante a noite e madrugada seguiram em crescimento, refletindo a ampliação das operações logísticas em regime contínuo e a pressão por entregas mais rápidas.
Quintas e sextas lideram ocorrências
No recorte semanal, as quintas-feiras aparecem como os dias mais críticos para acidentes com caminhões. Foram 260 ocorrências registradas em 2025, número superior ao do ano anterior.
As sextas-feiras aparecem logo em seguida, reforçando um padrão já observado pelo setor, ligado ao aumento da demanda logística no encerramento da semana e ao desgaste acumulado dos motoristas.
Colisões e tombamentos seguem liderando
Entre os tipos de acidentes mais frequentes estão as colisões, com 518 registros no ano, seguidas pelos tombamentos, que alcançaram 498 ocorrências.
O levantamento também mostra crescimento nos incêndios envolvendo veículos de carga, além do avanço significativo de acidentes com cargas siderúrgicas, que tiveram aumento expressivo em relação ao ano anterior.
Motoristas experientes concentram maior número de ocorrências
Um dos pontos que mais chamou atenção no estudo foi o perfil dos condutores envolvidos nos acidentes. Diferentemente da ideia de que motoristas mais jovens seriam os mais vulneráveis, a maior parte das ocorrências envolve profissionais entre 40 e 50 anos.
Motoristas com mais de 50 anos também aparecem com participação elevada nos registros monitorados.
Outro dado relevante envolve o vínculo profissional. Caminhoneiros agregados e autônomos registraram número significativamente maior de acidentes em comparação aos motoristas contratados diretamente pelas transportadoras.
Fadiga, distração e excesso de velocidade preocupam
O levantamento aponta que fatores humanos continuam entre os principais causadores dos acidentes. Excesso de velocidade, distração ao volante, fadiga, frenagens bruscas e uso de celular durante a condução aparecem entre os desvios críticos mais frequentes identificados pelas plataformas de monitoramento.
Segundo a nstech, mais de 39 milhões de desvios operacionais foram registrados em 2025 nas empresas monitoradas. Entre eles, centenas de milhares de ocorrências relacionadas ao uso do celular, ausência do cinto de segurança e sinais de sonolência ao volante.
Infraestrutura ainda é desafio
Além das questões operacionais, o cenário das rodovias brasileiras também contribui para o aumento dos riscos. Dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 apontam que grande parte da malha pavimentada do País ainda apresenta condições classificadas como regulares, ruins ou péssimas.
O estudo identificou mais de dois mil pontos críticos em rodovias federais e estaduais, reforçando os desafios enfrentados diariamente pelo transporte rodoviário de cargas no Brasil.
por Setceb | maio 26, 2026 | Uncategorized
As novas regras da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) já começaram a gerar impactos operacionais no setor logístico brasileiro. Nesta segunda-feira (25), a NTC&Logística informou que vem acompanhando instabilidades no sistema de emissão do CIOT, inclusive no ambiente de contingência, após a entrada em vigor das validações previstas nas Portarias SUROC nº 06 e nº 16/2026.
De acordo com comunicado encaminhado aos associados, a entidade afirmou que já havia solicitado oficialmente, no último dia 15 de maio, a prorrogação do prazo de implementação das novas exigências devido às dificuldades operacionais enfrentadas pelas empresas do setor. Até o momento, segundo a NTC&Logística, não houve resposta oficial da ANTT.
A entidade também pediu que transportadoras e operadores logísticos encaminhem registros e prints das mensagens de erro apresentadas pelos sistemas, para consolidação das informações e envio à Agência.
As dificuldades surgem justamente no início da vigência das novas regras, consideradas uma das maiores mudanças recentes no controle eletrônico do transporte rodoviário de cargas no País.
Com a nova regulamentação, o CIOT passou a ser obrigatório para todas as operações de transporte rodoviário remunerado de cargas, independentemente do perfil do transportador. Além disso, o código deve ser emitido antes do início da viagem e integrado diretamente ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), ampliando o nível de fiscalização eletrônica da ANTT.
Operações abaixo do piso podem ser bloqueadas
Entre as principais mudanças está o bloqueio automático de operações com frete abaixo do piso mínimo estabelecido pela legislação. Sem um CIOT válido, a viagem pode ficar impedida de seguir.
As alterações têm como base a Medida Provisória nº 1.343/2026, as Resoluções 6.077 e 6.078 da ANTT e a Portaria SUROC nº 6/2026, que ampliam o monitoramento sobre o cumprimento da política de piso mínimo do frete rodoviário.
Até então, o CIOT era mais utilizado em operações envolvendo Transportadores Autônomos de Cargas (TACs), TAC equiparado e cooperativas. Agora, a exigência passa a alcançar praticamente todas as operações remuneradas de transporte rodoviário de cargas.
Segundo Letícia Braatz, especialista da efrete, o objetivo da ANTT é ampliar o controle sobre os pagamentos de frete e reforçar a fiscalização eletrônica por meio do cruzamento de dados entre CIOT e MDF-e.
Sistema de contingência é alternativa temporária
Diante das instabilidades, a NTC&Logística orientou as empresas sobre os procedimentos em casos de indisponibilidade técnica do sistema da ANTT. Nessas situações, será possível emitir o CIOT em contingência por meio de um executável instalado localmente na empresa, sem necessidade imediata de transmissão para a base da Agência.
No entanto, o código gerado em contingência deverá ser validado posteriormente em até 168 horas, equivalente a sete dias, para evitar inconsistências operacionais.
Além disso, o número do CIOT emitido nessa modalidade deverá constar no campo apropriado do MDF-e ou no campo de observações do documento fiscal.
Multas elevadas preocupam empresas
Outro ponto que gera preocupação no setor envolve as penalidades previstas pela nova regulamentação.
A ausência de emissão do CIOT ou a falta de vinculação correta ao MDF-e pode resultar em multas de até R$ 10,5 mil por operação. Já divergências consideradas mais graves, como indícios de contratação abaixo do piso mínimo do frete, podem gerar penalidades de até R$ 10 milhões por operação irregular, além de sanções administrativas mais severas em casos de reincidência.
Especialistas também alertam para a necessidade de revisão dos processos internos das empresas, principalmente no preenchimento correto das informações geográficas das operações, como município, CEP e coordenadas, já que inconsistências podem impactar diretamente no cálculo automático do piso mínimo.
Setor acelera adaptação
Na avaliação de representantes do setor logístico, as mudanças devem acelerar investimentos em compliance, automação, integração de sistemas e governança operacional.
Para Adauto Bentivegna Filho, assessor jurídico do SETCESP, o avanço da fiscalização eletrônica representa uma mudança estrutural no ambiente regulatório do transporte rodoviário brasileiro, aumentando a rastreabilidade das operações e o compartilhamento de dados fiscais.
Apesar disso, especialistas ressaltam que ainda existe insegurança jurídica sobre o tema, já que o julgamento definitivo da política de piso mínimo do frete segue pendente no Supremo Tribunal Federal (STF).
Enquanto isso, transportadoras, operadores logísticos e embarcadores seguem intensificando ajustes em sistemas e processos para evitar bloqueios operacionais e impactos no fluxo das entregas.
por Setceb | maio 26, 2026 | Uncategorized
O governo federal deve apresentar em junho o novo Plano Nacional de Logística (PNL 2050), documento que irá orientar os investimentos em infraestrutura e transporte no Brasil nas próximas décadas. A informação foi divulgada durante o Fórum Esfera Brasil 2026, realizado no Guarujá (SP), pelo ministro dos Transportes, George Santoro.
Segundo o ministro, o novo plano terá como principal objetivo ampliar a integração entre os modais rodoviário, ferroviário, hidroviário e portuário, buscando reduzir gargalos logísticos históricos e aumentar a competitividade do transporte nacional.
“A gente está trabalhando no novo Plano Nacional de Logística, que vai sair agora em junho, e todo o conceito dele é integração e interoperabilidade entre os modais rodoviário, ferroviário e hidroviário”, afirmou Santoro durante o evento.
O novo PNL substituirá o antigo PNL 2035 e deverá consolidar uma estratégia logística de longo prazo até 2050, em um momento em que o governo federal tenta acelerar concessões e ampliar a participação da iniciativa privada nos investimentos em infraestrutura.
De acordo com o Ministério dos Transportes, o plano servirá como base técnica para futuras concessões rodoviárias, projetos ferroviários, corredores hidroviários e investimentos portuários em todo o país.
O governo também pretende reorganizar os corredores logísticos brasileiros com foco na nova dinâmica econômica do País, especialmente no avanço do agronegócio nas regiões Centro-Oeste e Norte.
“A nossa intenção é que a carga que saia de Sinop chegue a Santos a um custo menor que a de Santos para Xangai”, declarou o ministro ao defender a redução do chamado “Custo Brasil”.
A expectativa é de que o Brasil alcance 35 concessões rodoviárias até dezembro, além da ampliação da carteira de projetos ferroviários nacionais.
O plano está sendo estruturado com apoio técnico do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe, responsável pelos estudos de demanda, diagnósticos regionais e análises de integração logística entre os estados brasileiros.
VISÃO DE LONGO PRAZO
Especialistas do setor avaliam que o PNL 2050 pode representar uma mudança importante no histórico de descontinuidade dos grandes programas de infraestrutura no Brasil.
Segundo Paulo Resende, professor de logística e transporte da Fundação Dom Cabral, o principal diferencial do novo plano está justamente na visão de longo prazo.
“Esse tipo de infraestrutura exige planejamento de décadas. O plano coloca o Brasil no radar de investidores globais ao sinalizar claramente quais modais e corredores serão priorizados”, afirmou.
O especialista destacou ainda que o sucesso do projeto dependerá da transformação do PNL em uma política permanente de Estado, e não apenas de governo.
Outro ponto considerado positivo é a maior participação do setor produtivo durante a elaboração do plano. De acordo com especialistas, o PNL 2050 incorporou demandas logísticas de aproximadamente 40 setores econômicos, incluindo embarcadores, operadores logísticos e representantes de diversas cadeias produtivas.
INTEGRAÇÃO ENTRE MODAIS
A integração multimodal é considerada um dos pilares centrais do novo plano logístico. O objetivo é reduzir a dependência histórica do modal rodoviário, fortalecendo também ferrovias, hidrovias, cabotagem e portos integrados em corredores logísticos estratégicos.
Na avaliação do setor, essa reorganização pode reduzir custos operacionais, aumentar a eficiência logística e minimizar gargalos no escoamento da produção agrícola e industrial brasileira.
Além disso, especialistas defendem que o plano incorpore critérios de resiliência climática e transição energética, diante dos impactos crescentes de eventos extremos sobre a infraestrutura nacional, como enchentes, secas severas e interrupções em rodovias estratégicas.
O PNL 2050 é o primeiro plano elaborado dentro das diretrizes do Planejamento Integrado de Transportes (PIT). Agora, o principal desafio apontado pelo setor será garantir continuidade política e capacidade efetiva de execução ao longo das próximas décadas.
por Setceb | maio 26, 2026 | Uncategorized
O deputado estadual Hilton Coelho apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma indicação direcionada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitando medidas urgentes para obras de recapeamento asfáltico e recuperação da BR-242, uma das principais rodovias federais que cortam o território baiano.
Segundo o parlamentar, o estado de deterioração da rodovia tem comprometido a segurança dos usuários, aumentado os riscos de acidentes e provocado prejuízos econômicos em diferentes regiões do estado.
“A BR-242 é uma via estratégica para a Bahia, fundamental para o escoamento da produção agrícola, para o transporte de mercadorias e para a integração regional. O abandono da rodovia coloca vidas em risco diariamente”, afirmou Hilton Coelho.
Conhecida como Rodovia Milton Santos, a BR-242 atravessa importantes regiões econômicas da Bahia, incluindo a Chapada Diamantina e o oeste baiano, sendo considerada um corredor estratégico para o agronegócio, o turismo e o transporte rodoviário de cargas.
Na justificativa apresentada à ALBA, o deputado afirmou que a precarização da estrada reflete anos de insuficiência de investimentos em infraestrutura viária.
“Não estamos falando apenas de buracos no asfalto. Estamos falando de uma política de abandono que afeta diretamente a economia popular, a mobilidade e a segurança de milhares de pessoas”, declarou.
O parlamentar também destacou o intenso fluxo de veículos pesados na rodovia, fator que acelera o desgaste do pavimento e exige manutenção constante ao longo do trecho.
“A recuperação da BR-242 é uma necessidade urgente. O governo federal precisa agir com rapidez para garantir condições dignas de trafegabilidade e evitar que mais acidentes aconteçam nessa importante rodovia baiana”, afirmou.
Hilton Coelho defendeu ainda que o Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes realizem obras estruturais de recuperação e manutenção contínua da BR-242.
“A Bahia não pode continuar convivendo com uma das suas principais rodovias em situação precária. Investir na BR-242 é investir na vida do povo, no desenvolvimento regional e na integração do estado”, concluiu o deputado.