PARTICIPE DA PESQUISA GLOBAL DA IRU SOBRE ESCASSEZ DE MOTORISTAS PROFISSIONAIS

Como representante oficial da IRU no Brasil, a NTC&Logística colabora na condução da Pesquisa Global sobre a Escassez de Motoristas 2025 e convida empresas do setor a participarem ativamente.

A NTC&Logística, representante oficial da IRU (União Internacional dos Transportes Rodoviários) no Brasil, está apoiando a realização da Driver Shortage Survey 2025, pesquisa internacional que avalia a escassez de motoristas profissionais em diferentes regiões do mundo. A iniciativa busca compreender o tamanho do déficit, suas principais causas e propor soluções viáveis para um problema que ameaça a eficiência e a sustentabilidade do transporte rodoviário de cargas.

Desde 2019, a IRU realiza anualmente esse levantamento, em parceria com entidades nacionais e empresas do setor. Os dados obtidos têm contribuído para embasar políticas públicas, estratégias empresariais e ações de advocacy em diversos países. Em 2024, um dos principais alertas foi a queda de 5,8% na proporção de motoristas jovens, sinalizando a necessidade urgente de renovação da força de trabalho e de iniciativas mais efetivas de atração e retenção.

A edição de 2025 já está disponível e pode ser respondida até o dia 30 de setembro de 2025. Os participantes terão acesso antecipado a dados estratégicos, análises de tendências e insights sobre o comportamento e preferências dos motoristas, como, por exemplo, a escolha entre rotas de longa ou curta distância.

O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, enfatiza a importância da participação do setor brasileiro na pesquisa: “A escassez de motoristas é uma realidade também no Brasil e precisa ser superada com dados, planejamento e ação. Ao participar da pesquisa da IRU, estamos contribuindo para um diagnóstico global, mas também para termos um retrato mais claro da situação no nosso país. A NTC&Logística seguirá comprometida em promover iniciativas que fortaleçam o setor e valorizem o profissional do volante”.

A expectativa da IRU é incluir análises específicas por país no relatório final, desde que haja um número significativo de respostas nacionais. Por isso, a NTC&Logística convida todos os empresários e entidades do transporte de cargas a incentivarem seus motoristas e equipes a participarem.

O questionário da pesquisa está disponível no link a seguir: https://www.surveymonkey.com/r/3W69PQJ?lang=pt

FREE FLOW E PESAGEM EM MOVIMENTO OTIMIZAM TRANSPORTE, MAS DEPENDEM DE CLAREZA REGULATÓRIA

Tecnologias prometem eficiência, segurança e justiça concorrencial no transporte de cargas; no entanto, especialistas defendem que a consolidação envolve a superação de barreiras culturais e operacionais.

O avanço da digitalização e automação já transforma rodovias brasileiras. Sistemas como pedágio automático free flow e pesagem em movimento (HS-WIM) aumentam a fluidez do tráfego, reduzem congestionamentos e diminuem emissões de CO₂. Porém, especialistas afirmam que a consolidação dessas tecnologias depende de clareza regulatória, interoperabilidade e superação de barreiras culturais e operacionais.

Para Antonio Miró, gerente de operações de pedágios da Kapsch no Brasil, a implementação do free flow na Rodovia Rio-Santos e na Caminhos da Serra Gaúcha elevou a velocidade média em 25% e reduziu em 30% o tempo total de viagem. “Essas tecnologias otimizam o fluxo logístico, reduzem custos com paradas e aumentam a segurança, permitindo detecção proativa de riscos. Para o transporte de cargas, isso significa menor tempo de viagem, menor desgaste da frota e mais confiabilidade nas operações”, afirma.

Além disso, novas concessões e a expansão do 5G aceleram a transição para rodovias conectadas, mas Miró alerta que ainda é necessário padronizar sistemas e ampliar investimentos em infraestrutura digital.

Justiça concorrencial depende de respaldo jurídico

Segundo Leonardo Schenk, advogado do Terra Tavares Elias Rosa Advogados e professor da UERJ, a modernização exige regulamentação clara. “O Poder Judiciário tem respaldado o modelo regulatório atual e os estudos técnicos que fundamentam essa modernização. O free flow e o HS-WIM promovem eficiência e segurança, mas ainda geram disputas locais e questionamentos legais. O sandbox regulatório da ANTT permitiu testar essas tecnologias em condições controladas”, explica.

Dados da BR-101 mostram que mais de 70% dos veículos já utilizam TAGs eletrônicas, o prazo médio de quitação digital é de sete dias, e o índice de inadimplência é de 6%. Nas BR-364 e 365, 17% dos veículos fiscalizados excediam o peso permitido, reforçando a importância da fiscalização contínua e integrada para garantir concorrência justa.

Telemetria e conectividade

Sistemas de rastreamento em tempo real, telemetria e sensores IoT permitem calcular o desgaste da infraestrutura, identificar veículos em áreas de risco e implementar tarifas dinâmicas baseadas no peso. “Com essas tecnologias, transformamos dados brutos em decisões estratégicas, otimizando rotas, reduzindo custos e emissões”, afirma Miró.

Plataformas como a EcoTrafiX integram câmeras e sensores para monitorar comportamentos de risco, acionar autoridades e reduzir o tempo de resposta a incidentes, aumentando a segurança e dissuadindo crimes nas rodovias.

Miró projeta avanços como gestão de tráfego em tempo real com IA e big data, expansão do free flow, comunicação V2X entre veículos e infraestrutura, e manutenção preditiva por sensores IoT.

Schenk prevê mudanças estruturais: modicidade tarifária com justiça concorrencial, responsabilização civil rigorosa já reconhecida pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e planejamento de infraestrutura baseado em dados reais, tornando rodovias mais seguras e duráveis.

“Para investidores e operadores, este é o momento de adaptar operações e aproveitar as vantagens competitivas das novas tecnologias”, conclui Miró.

A transformação das rodovias conectadas

+25% de aumento na velocidade média após implantação do free flow na Rodovia Rio-Santos (Rio-SP); –30% no tempo total de viagem no mesmo trecho; 70% dos veículos da BR 101 já utilizam TAGs eletrônicas; Sete dias é o prazo médio para pagamento digital do pedágio; 17% dos veículos fiscalizados nas BR-364 e 365 excediam o peso permitido; 6% de inadimplência no pedágio eletrônico da BR-101.

Fontes: ANTT (sandbox regulatório), Antonio Miró (Kapsch) e Leonardo Schenk (TTER Advogados)

Leia mais sobre o tema no Anuário de Carga 2025. Baixe

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PACOTE CONTRA TARIFAÇO DE TRUMP VAI INCLUIR EMPRESAS COM IMPACTO INDIRETO

Plano do governo é estender linhas de crédito e outros mecanismos para firmas que produzem para as diretamente impactadas.

Haverá uma segunda fase do plano Brasil Soberano, de apoio às empresas atingidas pelo tarifaço de 50% do presidente americano, Donald Trump, disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello. Nela, as linhas de crédito, além dos mecanismos de garantia e seguro do programa, serão estendidas aos fornecedores das empresas impactadas.

A medida provisória (MP) que criou o Brasil Soberano vai além do apoio às empresas que vendem para os Estados Unidos, informou o secretário. Na sua visão, as medidas complementam a reforma tributária do consumo para dar às exportadoras condições de competitividade que nunca tiveram. Até agora, as estruturas de impostos e de crédito não favoreciam a atividade exportadora, disse.

A MP reforma as condições de acesso ao Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Até agora voltado às grandes empresas, vai apoiar micro e pequenas, que são as mais frágeis, mas também as que mais empregam. Além disso, o Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE), de natureza privada, receberá um aporte para cobrir eventuais inadimplências nas operações de venda ao exterior. O apoio será complementado por garantias a serem oferecidas pelo Fundo de Garanta de Operações (FGO) e Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

“Esse conjunto é uma verdadeira revolução para o setor exportador brasileiro”, afirmou Mello. É uma estrutura que permanecerá na economia após superados os efeitos do tarifaço, garantiu.

Os aportes nos fundos dependem da aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 168/2025, que ainda não tem relator designado. Para o secretário, o projeto pode ser votado rapidamente, uma vez fechado o acordo político em torno dele. “Eu acho que o Legislativo entende também isso como algo prioritário.”

Mello disse ainda ver espaço para o Produto Interno Bruto (PIB) encerrar o ano com crescimento da ordem de 2,5%. A desaceleração da atividade deve ser um pouco maior do que o esperado no segundo trimestre, mas a perspectiva é de estabilidade ou desempenho ligeiramente positivo na segunda metade do ano, informou. Vai depender do balanço entre os efeitos do tarifaço e o das medidas tomadas pelo governo.

ROTA IA: UM NOVO TEMPO NAS ESTRADAS DO BRASIL

A série especial “Rota IA: Um novo tempo nas estradas do Brasil” mergulha nos impactos da inteligência artificial no transporte rodoviário de cargas, destacando como essa tecnologia está revolucionando o setor com mais eficiência e responsabilidade. Os quatro programas abordam questões como inovação tecnológica, segurança nas estradas, criação de novos empregos e práticas sustentáveis, mostrando como essas mudanças estão moldando o presente e o futuro do transporte no Brasil.

Com reportagens produzidas pelo jornalista Vladimir Spinoza, a série revela como a IA está transformando a logística ao automatizar processos, otimizar rotas e reduzir erros humanos, o que resulta em menos acidentes e emissões de poluentes. Especialistas em tecnologia, representantes do setor e profissionais das estradas trazem análises aprofundadas sobre os avanços tecnológicos e as perspectivas para o futuro. Entre eles, Vanina Dursk, professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina, que avalia que as mudanças já são perceptíveis no setor de logística. “O profissional poderá ter mais tempo para pensar e estudar soluções inteligentes às operações que realmente importam”, afirma.

A série detalha, ainda, como as ferramentas de inteligência artificial estão criando um transporte mais seguro, com sistemas inteligentes capazes de prever problemas e auxiliar motoristas em tempo real. O programa também explora o impacto da otimização de rotas, ajudando a evitar congestionamentos, reduzir custos e diminuir o impacto ambiental.

E, contrariando mitos sobre a substituição completa da força de trabalho, a reportagem especial apresenta histórias de como novos empregos estão sendo criados a partir da relação entre humanos e máquinas. Os profissionais de hoje precisam de qualificação para operar ferramentas modernas, apontando para um futuro com mais oportunidades e diferentes perfis de atuação.

Os episódios da reportagem especial “Rota IA: Um novo tempo nas estradas do Brasil” serão veiculados no programa Conexão Senado, às 8h30 da manhã. Os áudios também podem ser acessados e baixados na página da Rádio Senado na internet: https://www12.senado.leg.br/radio ou na plataforma de áudio da sua preferência.

INVESTIMENTOS EM RODOVIAS GERAM IMPACTOS POSITIVOS SOBRE O PIB DO TRANSPORTE, MOSTRA ESTUDO DA CNT

Nova edição da Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte mensura como investimentos públicos e privados em rodovias contribuíram para o desempenho do setor transportador nas duas últimas décadas.

Nos últimos 24 anos, os investimentos privados em rodovias geraram impacto mais rápido e de maior intensidade no PIB (Produto Interno Bruto) do transporte do que os investimentos públicos realizados pela União. Ainda assim, ambos se mostram essenciais e complementares, contribuindo para o desenvolvimento da atividade transportadora. É o que revela uma análise inédita da CNT (Confederação Nacional do Transporte) sobre os efeitos dos investimentos em infraestrutura rodoviária no desempenho do setor.

Segundo a nova edição da Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte, um aumento de 1% nos investimentos privados resulta em crescimento imediato de 0,09% no PIB do setor, chegando ao pico de 0,17% em apenas nove meses. Já os investimentos públicos, no mesmo patamar, geram expansão inicial de 0,02%, alcançando o pico de 0,15% somente após um ano e meio.

Nos últimos cinco anos, a média do PIB do setor de transporte, armazenagem e correio foi de R$ 312,02 bilhões. A média anual dos investimentos públicos federais em infraestrutura rodoviária foi de R$ 10,16 bilhões. Na prática, um aumento de 1% nesses aportes (R$ 101,60 milhões) teria impacto gradual: R$ 62,42 milhões no curto prazo e R$ 471,56 milhões após um ano e meio.

Já a média dos investimentos privados em rodovias entre 2020 e 2024 foi de R$ 11,45 bilhões. Um acréscimo de 1% neste volume (R$ 114,49 milhões) produziria efeito mais imediato: R$ 295,64 milhões de impacto contemporâneo, chegando a R$ 545,60 milhões em apenas nove meses.

É importante destacar que os efeitos imediatos e os de longo prazo dos investimentos no PIB não se anulam, mas se acumulam ao longo do tempo. A cada trimestre, após a conclusão de uma obra rodoviária – seja pública ou privada – esses recursos retornam à sociedade em forma de ganhos econômicos que se estendem por grande parte da vida útil da infraestrutura.

Complementaridade entre os modelos

Apesar do desempenho distinto, a análise destaca que os dois tipos de investimento são imprescindíveis e complementares. O privado mostra maior velocidade de retorno, enquanto o público é fundamental em regiões com menor atratividade econômica para as concessões.

“Enquanto o setor público desempenha papel essencial na promoção de investimentos estruturantes, especialmente em áreas menos atrativas economicamente, o setor privado contribui com eficiência operacional, capacidade de execução e foco em metas de desempenho, como se observa nas rodovias concedidas. A articulação entre esses dois tipos de investimento permite alavancar recursos, otimizar resultados e ampliar os benefícios para a infraestrutura de transporte rodoviário”, afirma Vander Costa, presidente do Sistema Transporte.

Setor estratégico para a economia

Em 2024, o transporte gerou R$ 366,26 bilhões em riqueza – o equivalente a 3,1% do PIB nacional e 5,3% do PIB de serviços – e emprega 2,88 milhões de trabalhadores, representando 6% dos empregos formais no país.

O segmento rodoviário concentra o maior peso. Ele responde por 65% do volume de mercadorias movimentadas e pela mobilidade de mais de 90% das pessoas.

Mesmo com esse peso econômico, as rodovias brasileiras apresentam graves deficiências. Apenas 12,4% da malha nacional é pavimentada, com densidade de 25,1 quilômetros para cada 1.000 quilômetros quadrados de área. Além disso, 67% da extensão avaliada pela CNT estão em estado regular, ruim ou péssimo, segundo a Pesquisa CNT de Rodovias 2024.

A diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende, ressalta que o transporte, por estar presente em todas as cadeias produtivas, é elemento central para o desenvolvimento do país. “Ainda operamos com uma infraestrutura deficiente e desigual. Investir nesse setor não significa apenas aprimorar a malha logística, mas impulsionar o crescimento econômico sustentável. Tanto os recursos públicos quanto os privados são indispensáveis e, quanto melhor direcionados, mais rápido e expressivo será o impacto no PIB do transporte e na competitividade do Brasil”, afirma.

A CNT estima que seriam necessários R$ 99,77 bilhões para recuperar, restaurar e manter a malha avaliada. Sem esse aporte, o setor segue limitado em competitividade e na capacidade de impulsionar o crescimento econômico.

Em comparação internacional, o Brasil ocupa a 116ª posição entre 141 países em qualidade de rodovias, atrás de países vizinhos, como Chile, Argentina e Uruguai, segundo o Fórum Econômico Mundial. “O desempenho do setor pode ser impulsionado se os desafios logísticos do país forem superados. É fundamental uma agenda contínua de investimentos para garantir segurança, eficiência e sustentar o crescimento econômico de forma sustentável”, conclui o presidente do Sistema Transporte.

Clique aqui para acessar a Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte

COMUNICADO CONET DE AGOSTO DE 2025

Pesquisa NTC&Logística Adverte:

ESTABILIDADE DE CUSTOS NÃO RESOLVE DEFASAGEM DO FRETE

Apesar de um início de ano com custos estáveis e um mercado relativamente aquecido, o setor de Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) não conseguiu reverter a defasagem acumulada no valor do frete nos últimos anos.

Uma recente sondagem do DECOPE/NTC aponta uma defasagem média de 10,3% no TRC. Essa defasagem é de 8,6% para o transporte de carga fracionada, onde cargas de múltiplos clientes são compartilhadas no mesmo veículo, e de 11,1% para carga lotação, na qual a carga de um único embarcador ocupa toda a capacidade do veículo. A persistência dessa diferença entre o frete recebido e os custos apurados pela NTC&LOGÍSTICA demonstra a dificuldade em recuperar as perdas acumuladas ao longo do tempo.

A complexidade da cobrança do frete, com seus diversos componentes tarifários e taxas complementares, imposta pela dificuldade operacional, também é prejudicial. Muitos contratantes ainda não remuneram adequadamente o transportador pelos serviços prestados, pelas situações anormais e pelos serviços adicionais específicos. Tais situações acarretam custos adicionais que deveriam ser cobertos por componentes tarifários básicos, como Frete-Valor, GRIS (Gerenciamento de Risco), TSO (Taxa de Seguro Obrigatório) e outras generalidades, que são de vital importância para a saúde financeira da empresa. Um exemplo notável são os novos custos impostos pela Lei 14.599/23 aos transportadores de carga, tornando obrigatória a contratação de duas novas apólices de seguro, com apenas 10% tendo conseguido o ressarcimento neste caso específico.

Perspectivas para o Segundo Semestre: um cenário desafiador

O ano começou com forte pressão sobre os custos, devido ao início do processo de transição da reoneração da folha de salários, uma taxa de juros (Selic) em patamar muito elevado de 15,0%, o aumento da adição do Biodiesel ao Diesel elevando o custo de manutenção dos veículos e o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), entre outros fatores.

Por fim, a elevada taxa de juros no país obriga o transportador a manter atenção na concessão de prazos, que representam um custo financeiro elevado. Este custo deve ser repassado aos contratantes, considerando a negociação da forma de pagamento em cada caso.

Importante ressaltar que as planilhas referenciais de custos do DECOPE/NTC não incluem o custo financeiro.

Bento Gonçalves, 21 de agosto de 2025.

Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística

NTC&LOGÍSTICA