por Setceb | fev 13, 2025 | Uncategorized
Para calcular o valor mínimo do frete a ser realizado, sugere-se seguir o seguinte roteiro:
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Defina primeiramente o tipo de carga a ser transportada, conforme opções apresentadas no Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020.
Na sequência, identifique a quantidade de eixos da composição veicular a ser utilizada no transporte;
Depois, identifique os coeficientes de custo de deslocamento (CCD) e de carga e descarga (CC) para a quantidade de eixos carregados da composição veicular que será usada:Posteriormente, verifique a distância a ser percorrida na operação de transporte contratada; e
Se o transportador for contratado para usar seu próprio veículo automotor e implemento RODOVIáRIO, usa-se a Tabela A do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020; ou
Se o transportador for contratado para usar apenas o seu próprio veículo automotor, sendo o implemento rodoviário fornecido pelo contratante, usa-se a Tabela B do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020.
Se o transportador for contratado para usar seu próprio veículo automotor e implemento rodoviário e for uma operação de transporte de alto desempenho, usa-se a Tabela C do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020; ou
Se o transportador for contratado para usar apenas o seu próprio veículo automotor e for uma operação de transporte de alto desempenho, sendo o implemento rodoviário fornecido pelo contratante, usa-se a Tabela D do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020.
Por fim, use os valores obtidos nos passos anteriores na seguinte expressão para o cálculo do Piso Mínimo de Frete em Reais por viagem (R$/viagem):
PISO MINIMO DO FRETE (R$/viagem) = (DISTANCIA x CCD) + CC
OBS.: Os valores, tais como tributos (IR, INSS, ICMS etc.), bem como o lucro e demais despesas deverão ser consideradas caso a caso, pois dependem do perfil de cada transportador ou da operação de transporte, podendo ser adicionadas ao valor do piso mínimo, a depender de negociação entre as partes. O valor do pedágio, quando houver, deverá ser obrigatoriamente acrescido aos pisos mínimos, devendo o pagamento ser realizado na forma da Lei nº 10.209, de 23 de março de 2001, e regulamentação vigente.
por Setceb | fev 13, 2025 | Uncategorized
A Confederação também integra grupos de trabalho do Cebrics, contribuindo com importantes discussões promovidas pelo bloco econômico.
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) participou, no dia 7 de fevereiro, como membro permanente, das discussões sobre a presidência da Seção Brasileira do Cebrics (Conselho Empresarial do Brics) e das estratégias para o desenvolvimento de agendas prioritárias do bloco. O Brics é um importante fórum de cooperação político-diplomática entre os países do Sul Global, com foco no diálogo sobre os grandes temas da agenda internacional.
O primeiro encontro do Cebrics Brasil foi conduzido por Francisco Gomes, CEO da Embraer e presidente da Seção Brasileira do Conselho. A reunião também contou com a participação do embaixador Maurício Lyrio, secretário de Assuntos Econômicos e sherpa do Brasil no Brics, que apresentou as diretrizes da presidência pro tempore brasileira no grupo.
Durante sua participação, a CNT reforçou o papel estratégico do setor de transporte no fortalecimento das relações econômicas entre os países-membros e na promoção de iniciativas voltadas à infraestrutura e à logística no Brasil. O gerente de Governança e Gestão Estratégica da CNT, João Guilherme Abrahão, destacou a importância do transporte para o desenvolvimento das pautas do Conselho e sua contribuição para os grupos de trabalho do Cebrics.
“Registramos a importância de o Conselho Empresarial do Brics incorporar essa perspectiva do transporte em suas discussões, pois o setor desempenha um papel estratégico na competitividade e na conexão entre os mercados dos países-membros. Temos muito a colaborar, atuando nos grupos de trabalho que vamos integrar”, declarou.
Para contribuir com as discussões dos temas tratados pelo Cebrics, a CNT indicou diversos nomes para integrar os grupos de trabalho do Conselho. Gabriela Rizza, gerente executiva de Governança do SEST SENAT; Danielle Bernardes, gerente executiva governamental da CNT, e João Guilherme Abrahão, gerente executivo de Governança e Gestão Estratégica da CNT, integram o grupo de trabalho de Energia, Economia Verde e Clima. Os dois gerentes da CNT também integram o grupo de trabalho de Infraestrutura.
O grupo de trabalho Competências, Tecnologia Aplicada e Inovação conta com Felipe Albuquerque, gerente executivo de Inovação em Tecnologia do SEST SENAT, e Igor Fernandes, assessor da Presidência da CNT.
por Setceb | fev 13, 2025 | Uncategorized
O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, assinou o Ato nº 213, de 07/02/2025, instituindo a criação do Comitê de ESG da entidade. A iniciativa ratifica o posicionamento da Associação no que diz respeito à aplicação de práticas ambientais, sociais e de governança, promovendo ações estratégicas para impulsionar a sustentabilidade no setor de Transporte RODOVIáRIO de Cargas.
No Ato nº 213, também se dá a nomeação de Joyce Bessa, vice-presidente extraordinária para a Pauta ESG, como coordenadora do Comitê de ESG. Voltada à aplicação de diretrizes, projetos e boas práticas alinhadas às demandas do mercado e às exigências regulatórias, a atuação do Comitê contribuirá para um ambiente corporativo mais responsável e inovador.
Acesse na íntegra o documento oficial aqui
por Setceb | fev 13, 2025 | Uncategorized
Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente as expectativas de inflação para 2025 e 2026, marcando a 17ª e 7ª respectivamente alta consecutiva no indicador, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (10/2) pelo Banco Central (BC). A previsão para 2025 passou de 5,51% para 5,58%, mantendo-se acima do teto da meta estabelecida para o período. Para 2026, a projeção também subiu, de 4,28% para 4,30%.
A projeção para 2027 permaneceu em 3,90%, enquanto a estimativa para 2028 avançou de 3,74% para 3,78%. As expectativas para a variação dos preços administrados dentro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentaram de 4,85% para 4,90% ao longo das últimas nove semanas.
A expectativa de inflação para 2025 permanece fora do intervalo de tolerância, o que pode pressionar ainda mais o Banco Central a adotar uma postura mais agressiva no controle da inflação. A meta está sendo monitorada, desde janeiro de 2025, com base na inflação acumulada em 12 meses. Caso fique fora do intervalo por seis meses consecutivos, será considerada descumprida, algo que o BC busca evitar a todo custo.
Selic
Já a mediana para taxa básica de juros (Selic) ficou estável em 15% neste ano, há cinco semanas. A projeção para 2026 ficou em 12,50%, enquanto para 2027 subiu de 10,38% para 10,50%. Para 2028, a estimativa permaneceu em 10% por sete semanas.
A expectativa de inflação para 2025 permanece fora do intervalo de tolerância, o que pode pressionar ainda mais o Banco Central a adotar uma postura mais agressiva no controle da inflação. A meta está sendo monitorada, desde janeiro de 2025, com base na inflação acumulada em 12 meses. Caso fique fora do intervalo por seis meses consecutivos, será considerada descumprida, algo que o BC busca evitar a todo custo.
PIB
As projeções para o crescimento do produto interno bruto (PIB) em 2026 sofreram uma leve revisão para baixo, passando de 1,72% para 1,70%, refletindo uma expectativa de menor expansão econômica no período. Para 2027, a estimativa permaneceu estável em 1,96%, sem alterações em relação às previsões anteriores. Já para 2028, a projeção continua em 2%, mantendo-se inalterada há 48 semanas, o que indica uma visão mais consolidada do mercado sobre o ritmo de crescimento da economia no longo prazo.
Dólar
As expectativas para a taxa de câmbio no Brasil seguiram inalteradas, com o mercado projetando que o dólar fechará 2025 cotado a R$ 6, mantendo a mesma estimativa da semana anterior. Para o fim de 2026, a previsão também permaneceu estável em R$ 6, indicando que os analistas ainda enxergam um cenário de pressão cambial e possível desvalorização do real nos próximos anos.
por Setceb | fev 12, 2025 | Uncategorized
Para tornar mais acessíveis os exames toxicológicos exigidos pelo Código de Trânsito, de 1997 para a carteira de motorista, um projeto propõe que eles sejam oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) (PL 88/2025). A proposta, de autoria do senador Cleitinho (Republicanos-MG), aguarda encaminhamento para as comissões temáticas do Senado.
Segundo o projeto, condutores novos ou já habilitados, em todas as categorias, poderão ter acesso ao exame toxicológico sem custos, tanto para a primeira habilitação quanto para a renovação. Os exames deverão ser realizados por laboratórios credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e integrados ao SUS.
O Ministério da Saúde, em articulação com a Senatran, será responsável por regulamentar os procedimentos necessários, como credenciamento de laboratórios, definição dos fluxos de atendimento e compartilhamento de informações com os órgãos de trânsito. As despesas deverão ser custeadas por recursos do Ministério da Saúde, mas o projeto autoriza a formação de parcerias público-privadas para ampliar a capacidade operacional.
Em sua justificativa, Cleitinho afirma que o projeto busca eliminar barreiras financeiras que possam impedir condutores de baixa renda de atender às exigências legais. Assim, o senador espera promover maior equidade no acesso aos direitos e deveres relacionados ao trânsito. Além disso, a proposta visa contribuir para a segurança viária, segundo ele.
“A proposta também está alinhada com o princípio da prevenção, ao integrar as áreas de saúde e trânsito, permitindo um acompanhamento mais eficiente e transparente”, ressalta.
Se for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.
por Setceb | fev 12, 2025 | Uncategorized
A iniciativa, que faz parte da Coalizão pela Renovação de Frota, busca acelerar a modernização e descarbonização do transporte RODOVIáRIO.
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e representantes de diversas entidades do setor privado se reuniram no dia 7 de fevereiro, em São Paulo (SP), para definir estratégias e prioridades que viabilizem a retomada do Programa Renovar em 2025. A iniciativa, que faz parte da Coalizão pela Renovação de Frota, busca acelerar ações para a modernização da frota e a descarbonização do transporte rodoviário, com foco na implementação do Conselho do Programa Renovar, previsto na Lei nº 14.440/2022.
O Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária no País (Renovar), criado pelo Governo Federal, tem como objetivos reduzir custos logísticos, aumentar a eficiência e competitividade do setor, promover a segurança viária e incentivar a economia circular. O Decreto nº 11.276, de 2022, que regulamenta a referida lei, estabelece as competências do Conselho do Renovar, que incluem a definição das diretrizes para a operacionalização do programa, dos parâmetros para os bens elegíveis e como funcionará a plataforma de operacionalização do Renovar, um marketplace para a renovação de frota.
Desafios e próximos passos
Em 2023, a Medida Provisória nº 1.775 permitiu a realização de um projeto-piloto do Programa Renovar, que ofereceu incentivos temporários para a substituição de veículos antigos. No entanto, a duração limitada do benefício, de apenas 120 dias, reforçou a necessidade de uma solução definitiva para garantir impactos duradouros tanto para a economia quanto para o meio ambiente.
Segundo a gerente executiva de Economia da CNT, Fernanda Schwantes, que representa a Confederação na Coalizão, a descarbonização do setor transportador é um desafio que envolve os setores público e privado para a sua aceleração e viabilização.
“A falta de um programa contínuo e perene impede que os benefícios da renovação da frota sejam plenamente aproveitados. O Brasil precisa avançar na estruturação do Programa e garantir mecanismos eficientes para viabilizar essa transição, que impacta diretamente a segurança viária, a competitividade do setor e a redução de emissões de poluentes”, destacou Fernanda.
A fim de contribuir para a pauta técnica da Coalizão, em 2024, a CNT publicou o “Transporte em Foco – Impactos ambientais e econômicos advindos da renovação de frota no transporte rodoviário de cargas no Brasil”. O estudo mostra o potencial de redução de emissões no Brasil, mediante investimentos voltados à renovação da frota de caminhões. De acordo com a publicação, o ganho para a qualidade do ar obtido por meio da substituição de caminhões antigos por caminhões com tecnologias embarcadas mais modernas pode chegar a 86,3%, a depender do investimento do setor. Entre as medidas defendidas pela CNT, destacam-se: o escalonamento da substituição dos veículos, incentivos à reciclagem automotiva e à economia circular, redução de impostos e melhores condições de financiamento para veículos mais modernos.
Acesse aqui.
https://www.cnt.org.br/analises-transporte