por Setceb | ago 24, 2026 | Uncategorized
A COMJOVEM Bahia, em parceria com a COMJOVEM Nordeste e Recife, realizará, no dia 1º de setembro, às 19h, um encontro voltado ao fortalecimento, desenvolvimento e à troca de experiências entre empresários, profissionais e jovens lideranças do setor de transporte.
Com o tema “Empresas de transportes mais lucrativas e rentáveis através da viagem perfeita”, o encontro contará com a participação especial de Carlos Augusto Silveira, que compartilhará conhecimentos, experiências e estratégias voltadas à melhoria da gestão e à obtenção de melhores resultados nas empresas de transporte.
A programação será uma oportunidade para promover aprendizado, networking e troca de ideias, além de apresentar novas perspectivas e soluções para os desafios enfrentados pelo setor.
A iniciativa reforça o compromisso da COMJOVEM com a capacitação e o desenvolvimento das novas lideranças do transporte, contribuindo para a construção de um setor cada vez mais eficiente, competitivo e rentável.
Serviço
📅 Data: 1º de setembro (terça-feira)
⏰ Horário: 19h
📌 Tema: “Empresas de transportes mais lucrativas e rentáveis através da viagem perfeita”
🎙️ Convidado: Carlos Augusto Silveira
por Setceb | ago 24, 2026 | Uncategorized
Feira de Santana recebe, entre os dias 21 e 23 de agosto, a quarta etapa da Gincana do Caminhoneiro 2026. Com apoio da Prefeitura Municipal, a programação será realizada no Posto São Gonçalo 4, no km 531,1 da BR-324, importante corredor para o transporte rodoviário de cargas.
A escolha da cidade reforça a relevância de Feira de Santana para a logística nacional. Conhecida como um dos principais entroncamentos rodoviários do país, a cidade concentra o fluxo de caminhões que circulam entre diferentes regiões e estados.
Durante os três dias, motoristas profissionais poderão participar gratuitamente da tradicional prova de slalom, que exige precisão, controle e domínio do veículo. Todos os competidores utilizarão o mesmo modelo de caminhão, o Volkswagen Meteor Highline 28.480 6×2, garantindo condições iguais na disputa.
Os três primeiros colocados avançam para a final, marcada para 1º de novembro, em Campo Largo (PR). O vencedor da temporada receberá um caminhão zero quilômetro.
Além da competição, a iniciativa busca valorizar os profissionais que movimentam a economia brasileira. A programação inclui serviços gratuitos voltados à saúde e ao bem-estar dos caminhoneiros, espaços de convivência e ações de orientação.
Com mais de 30 anos de história, a Gincana do Caminhoneiro se consolidou como uma iniciativa de aproximação com os motoristas e de incentivo à condução segura e ao aprimoramento técnico. Em Feira de Santana, o evento também reforça a importância estratégica dos profissionais que percorrem diariamente um dos principais corredores rodoviários do Brasil.
Fonte: Jornal Folha do Estado Bahia
por Setceb | ago 24, 2026 | Uncategorized
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,07% em julho, taxa inferior à observada nos meses anteriores, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou acima da mediana das expectativas do mercado, que projetava alta de 0,03%, mas ainda assim confirma um ritmo mais moderado de reajustes de preços ao consumidor.
A divulgação foi feita pelo IBGE em 11 de agosto, dentro do calendário oficial de indicadores econômicos do órgão. Com o resultado de julho, o índice acumulado em 12 meses recuou para 4,44%, ante 4,64% até junho, reforçando a leitura de desaceleração gradual da inflação ao consumidor no país.
Entre os nove grupos que compõem o IPCA, o de Transportes avançou apenas 0,05% no mês, um dos ritmos mais baixos do levantamento. O resultado modesto ocorreu apesar da alta expressiva das passagens aéreas, de 11,67% em julho, item que teria puxado o grupo para cima de forma bem mais acentuada não fosse a queda simultânea nos preços dos combustíveis.
Segundo o IBGE, os combustíveis recuaram de forma generalizada no período: o etanol caiu 2,26%, a gasolina teve baixa de 1,37%, o óleo diesel recuou 1,22% e o gás veicular cedeu 0,08%. Para o setor de transporte rodoviário de cargas, o comportamento do diesel tem peso direto na formação de custos operacionais, já que o combustível responde por parcela relevante das despesas de frota das transportadoras.
O destaque do mês, porém, ficou com o grupo Habitação, que subiu 0,99% e exerceu a maior pressão individual sobre o índice geral, puxado pela energia elétrica residencial — cuja alta saltou de 1,53% em junho para 3,09% em julho — e pela tarifa de água e esgoto, que acelerou para 0,40%. Esses itens também compõem, de forma indireta, os custos fixos de operação de empresas transportadoras, como galpões, pátios e centros de distribuição.
Alimentos e bebidas, por sua vez, recuaram 0,67% no mês, com quedas acentuadas no tomate (-29,09%) e na batata-inglesa (-19,59%), movimento que tende a repercutir também no frete de curta distância ligado ao abastecimento de centrais de abastecimento e supermercados.
O próximo dado de inflação, referente a agosto, será divulgado pelo IBGE em setembro, e o mercado deve acompanhar se a trégua nos preços dos combustíveis se mantém diante da volatilidade do petróleo no mercado internacional. Para as transportadoras, a folga momentânea do diesel no índice nacional contrasta com a realidade da Bahia, onde o litro do combustível em Salvador segue entre os mais caros do país, cenário que mantém pressão sobre o custo do frete no estado mesmo com o alívio observado na média nacional.
Fonte: IBGE — Agência de Notícias
por Setceb | ago 24, 2026 | Uncategorized
O transporte rodoviário de cargas enfrenta um gargalo que vai muito além da disponibilidade de caminhões: faltam profissionais para conduzir os veículos. Embora empresas tenham cargas para transportar e continuem investindo na ampliação de suas frotas, a dificuldade de contratação vem impedindo que parte dessa capacidade seja efetivamente colocada em operação.
Uma pesquisa da NTC&Logística mostra que 88% das transportadoras têm dificuldade para contratar motoristas e agregados. Entre as empresas que mantêm veículos parados, a média chega a oito caminhões sem operar por transportadora. O problema também aparece nos dados da CNT: 65,1% das empresas do transporte rodoviário de cargas relatam falta de motoristas profissionais.
O cenário se torna ainda mais preocupante quando observado pela perspectiva da oferta de mão de obra. Dados da Senatran analisados pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) apontam que o número de condutores habilitados nas categorias C e E caiu de aproximadamente 5,6 milhões em 2015 para 4,4 milhões em 2025, uma redução de 22%.
Ao mesmo tempo, a categoria está envelhecendo. Em 2023, a idade média desses profissionais era de 53,5 anos, enquanto 29% tinham mais de 60 anos. A dificuldade de atrair novos motoristas está relacionada a fatores como longos períodos longe da família, insegurança nas estradas, condições inadequadas de descanso, infraestrutura rodoviária deficiente e percepção de baixa remuneração.
O impacto chega diretamente à capacidade operacional das transportadoras. Comprar um caminhão deixou de ser suficiente para ampliar a oferta de transporte quando não existe profissional qualificado para conduzi-lo. Com isso, empresas podem ter ativos disponíveis, mas sem capacidade de transformá-los em faturamento.
A questão também ultrapassa as empresas. Cerca de 65% das mercadorias transportadas no país passam pelas rodovias, fazendo com que a disponibilidade de motoristas tenha relação direta com o abastecimento de supermercados, indústrias, hospitais e postos de combustíveis.
A experiência da greve dos caminhoneiros de 2018 mostrou a dimensão desse risco. A paralisação provocou impactos no abastecimento e na produção e teve prejuízo econômico estimado em R$ 15,9 bilhões.
Diante desse cenário, a escassez de motoristas deixa de ser apenas um problema de recursos humanos e passa a representar um gargalo estratégico para o crescimento do transporte rodoviário de cargas. Renovação de frota, tecnologia e aumento da demanda podem perder parte de seu efeito se o setor não conseguir formar, atrair e reter profissionais para colocar os caminhões na estrada.
Fonte: Brasil no Trecho
por Setceb | ago 21, 2026 | Uncategorized
O setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil vem ampliando programas internos de capacitação para tentar suprir a falta crônica de motoristas carreteiros, problema que levantamento da Secretaria Nacional de Trânsito, a Senatran, atribui à perda de aproximadamente 1,2 milhão de motoristas de caminhão na última década.
A informação foi divulgada por veículos especializados em transporte, que destacaram iniciativas de empresas como a West Cargo, que criou o programa Motorista Trainee Carreteiro para qualificar internamente condutores de veículos menores e prepará-los para a condução de composições de carga pesada.
Pelo programa da West Cargo, a empresa financia a mudança de categoria da CNH, de categoria C para E, e oferece treinamento com acompanhamento de instrutores, cursos especializados e avaliações práticas em parceria com a FABET, a Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte. A companhia também mantém um sistema de bonificação por telemetria que distribui cerca de R$ 180 mil por ano a motoristas com melhor desempenho em condução segura, economia de combustível e produtividade.
Dados de pesquisa do setor de comércio e logística, citados na mesma cobertura, mostram que 79% dos empregadores do segmento relataram dificuldade para encontrar mão de obra qualificada em 2026, percentual próximo aos 80% registrados no mercado brasileiro como um todo. Ainda assim, operadores como Maersk, Rodonaves, Santos Brasil e DHL contrataram mais de 26 mil profissionais em 2025, com 61,1% das empresas pesquisadas aumentando o ritmo de contratação frente a períodos anteriores.
Programas de formação de base também têm ganhado força: a iniciativa Formare, mantida pela Fundação Iochpe em parceria com companhias como Rodonaves, Santos Brasil e Maersk, qualificou 177 jovens em 2025 em seis empresas do setor, com taxa geral de empregabilidade de 89% entre os concluintes. Executivos ouvidos pela reportagem descrevem a formação de motoristas e operadores como uma estratégia de negócio, e não mais apenas uma ação de responsabilidade social, diante da crescente exigência de qualificação trazida pela automação e digitalização das operações logísticas.
O quadro de escassez de mão de obra qualificada tende a pressionar custos operacionais e prazos de entrega em todas as regiões do país, inclusive nos corredores que abastecem e escoam a produção baiana, onde transportadoras associadas ao SETCEB também disputam motoristas experientes num mercado de trabalho cada vez mais apertado. Investir em trilhas de capacitação interna, no modelo adotado por empresas de outros estados, desponta como alternativa para transportadoras da Bahia reterem talentos e reduzirem a dependência de contratações externas num cenário de renovação constante da frota nacional.
Fonte: Frota&Cia, com dados complementares do Blog do Caminhoneiro
por Setceb | ago 21, 2026 | Uncategorized
O superávit da balança comercial brasileira acumulado entre janeiro e a segunda semana de agosto de 2026 chegou a 52,08 bilhões de dólares, alta de 29,2% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado é puxado por exportações do agronegócio, setor cuja logística depende fortemente do transporte rodoviário de cargas até portos e terminais.
Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e repercutidos por veículos especializados em economia e agronegócio nesta semana. A publicação periódica faz parte do acompanhamento semanal oficial do comércio exterior brasileiro.
Somente na segunda semana de agosto, o saldo comercial ficou em 3,05 bilhões de dólares, avanço de 7% na comparação com igual semana do ano passado. As exportações somaram 16,09 bilhões de dólares (alta de 14,3%), enquanto as importações totalizaram 13,05 bilhões de dólares (alta de 16,2%).
No acumulado do ano até meados de agosto, as exportações somam 234,64 bilhões de dólares, crescimento de 10,5%, e as importações chegam a 182,56 bilhões de dólares, alta de 6,1%. O fluxo comercial total do país avançou 8,5%, para 417,20 bilhões de dólares.
Por setor, a agropecuária cresceu 10,4% nas exportações da semana, destacando-se a soja (alta de 13,2%), o café (alta de 22%) e animais vivos (alta de 180,7%), enquanto o milho recuou 25,6%. A indústria extrativa avançou 27,8%, puxada por minérios de cobre e metais preciosos, e a indústria de transformação subiu 8,8%, com destaque para carne de aves e farelo de soja.
A expectativa do próprio MDIC é de que o superávit de 2026 feche em torno de 90 bilhões de dólares, alta de 32,3% sobre 2025, com exportações projetadas em 394,4 bilhões de dólares. Para as transportadoras de cargas da Bahia, esse ritmo de exportação é sinal direto de demanda: cada tonelada de soja, café ou farelo embarcada no porto precisa primeiro rodar em caminhão até lá, e um ano de recorde de exportações tende a sustentar fretes de longa distância nos corredores do oeste baiano rumo aos portos de Salvador, Ilhéus e do Sudeste, ainda que a alta simultânea das importações também pressione o custo de peças e insumos importados usados pela frota.
Fonte: Agrolink, com dados do MDIC