NOTA OFICIAL SETCEB: SUSTENTABILIDADE DO SETOR E A NECESSIDADE DE REPASSE DOS CUSTOS

O SETCEB alerta para a gravidade da situação econômica enfrentada pelo Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) na Bahia, decorrente das constantes variações no preço do óleo diesel. É imperativo que a sociedade e os contratantes compreendam que o combustível é o insumo de maior peso na atividade de transporte, representando, em média, de 35% a 50% dos custos totais de uma operação logística. Em cenários de longa distância ou operações específicas, esse impacto torna-se ainda mais severo, comprometendo diretamente a saúde financeira das empresas do setor.

Diante da impossibilidade técnica de absorver novos reajustes, o SETCEB reforça que o repasse imediato da variação dos combustíveis aos valores de frete não é uma opção comercial, mas uma medida de sobrevivência indispensável para a manutenção das atividades. O equilíbrio econômico-financeiro dos contratos é o que permite às transportadoras manterem a qualidade dos serviços e a segurança nas estradas, garantindo que o fluxo de mercadorias no Estado não sofra interrupções prejudiciais ao abastecimento nacional.

O Sindicato enfatiza que o setor de transporte não pode ser o único elo da cadeia a arcar com os custos de instabilidades estruturais na formação de preços dos combustíveis. O repasse aos embarcadores e contratantes revela-se, portanto, um ato de responsabilidade empresarial para assegurar que a logística baiana permaneça operando com a eficiência necessária. Historicamente, nossas empresas demonstraram compromisso inabalável com o país em momentos de crise, e agora buscam a contrapartida de um mercado que reconheça custos de frete condizentes com a realidade operacional.

A sustentabilidade das Empresas de Transporte de Cargas (ETC) é vital para o desenvolvimento econômico da Bahia. O SETCEB continuará atuando com firmeza na defesa dos interesses de seus associados, buscando soluções que minimizem os impactos ao abastecimento e preservem o papel estratégico do transporte rodoviário de cargas. Nosso objetivo é garantir que a logística baiana siga operando com sustentabilidade, promovendo o desenvolvimento económico e social do nosso Estado através de um diálogo transparente com todos os setores.

ANTT ATUALIZA TABELA DO PISO MÍNIMO DO FRETE DIANTE DA PRESSÃO DO DIESEL

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) voltou a atualizar a tabela do piso mínimo do frete rodoviário poucos dias após a última revisão, evidenciando a forte pressão exercida pelo diesel sobre o setor. A nova atualização foi publicada na sexta-feira (20) e ocorre na sequência de um reajuste recente, refletindo a rápida variação no preço do combustível e a necessidade de manter os valores do frete alinhados aos custos operacionais.

O curto intervalo entre as revisões está previsto na legislação, que determina a atualização sempre que o preço do diesel varia 5% ou mais. Esse mecanismo, conhecido como “gatilho do diesel”, foi criado para evitar defasagens e garantir que o piso mínimo acompanhe o principal custo da atividade, protegendo transportadores de oscilações bruscas no mercado.

Com a nova alta do combustível, o gatilho foi novamente acionado, exigindo a recalibração dos coeficientes do frete. Segundo a ANTT, o objetivo da atualização é ajustar os valores à realidade do setor e corrigir distorções acumuladas, considerando variáveis como tipo de carga, número de eixos e modelo de operação.

A tabela estabelece valores mínimos obrigatórios para diferentes categorias, como carga geral, granel e frigorificada, impactando diretamente a remuneração dos caminhoneiros, o planejamento das transportadoras e os custos logísticos das empresas contratantes.

A atualização ocorre em paralelo à implementação da Medida Provisória nº 1.343/2026, que altera de forma estrutural o modelo de fiscalização do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças está a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que passa a funcionar como ferramenta de controle prévio das operações.

Com essa nova lógica, fretes contratados abaixo do piso mínimo deixam de ser realizados, já que o sistema bloqueia automaticamente operações irregulares ainda na fase de contratação, deslocando o foco da fiscalização para antes da execução do serviço.

Trégua no setor após risco de paralisação

As medidas foram adotadas em um contexto recente de tensão no setor, marcado pelo risco de uma nova paralisação de caminhoneiros diante da alta do diesel e do descumprimento recorrente da tabela de frete. A edição da medida provisória e o endurecimento das regras contribuíram para uma trégua momentânea, com lideranças recuando de movimentos de paralisação.

Nesse cenário, a atualização da tabela vai além de um ajuste técnico e passa a integrar uma estratégia mais ampla do governo, baseada em dois pilares principais: a correção rápida dos valores do frete por meio do gatilho do diesel e a garantia de cumprimento das regras por meio de fiscalização digital.

A avaliação do mercado é que essas ações fazem parte de um esforço para dar efetividade à política de pisos mínimos, criada após a greve de 2018, além de reduzir distorções concorrenciais entre empresas que operam dentro e fora da legalidade.

Cenário ainda instável e sujeito a novas revisões

Apesar do alívio momentâneo, o setor segue sob pressão. A volatilidade no preço do diesel pode continuar acionando o gatilho em curtos intervalos, o que pode levar a novas atualizações da tabela ao longo de 2026.

Ao mesmo tempo, o sucesso das medidas dependerá da capacidade de implementação do novo modelo de fiscalização e do cumprimento efetivo das regras na ponta, fatores que ainda geram cautela entre transportadores e empresas do setor.

Diante desse contexto, a sequência de reajustes no frete deixa claro que o transporte rodoviário de cargas continua enfrentando um ambiente desafiador, em que a estabilidade ainda depende da evolução dos custos e da eficácia das medidas regulatórias adotadas.

TECNOLOGIA DE HIDROGÊNIO EMBARCADO GANHA ESPAÇO PARA REDUZIR CONSUMO DE DIESEL

Uma solução baseada na geração de hidrogênio embarcado começa a ganhar espaço no mercado brasileiro como alternativa para reduzir o consumo de diesel em veículos pesados. Desenvolvido pela Economexim, o sistema pode ser instalado em caminhões, ônibus, vans e máquinas agrícolas, com o objetivo de aumentar a eficiência da combustão e reduzir os custos operacionais.

De acordo com a empresa, a tecnologia funciona por meio da geração de hidrogênio, que é injetado diretamente no sistema de combustão do motor a diesel. Esse processo promove uma queima mais eficiente do combustível, o que pode resultar em economia entre 25% e 40%, dependendo do tipo de veículo e das condições de operação.

Além da redução no consumo, o sistema também está associado a melhorias no desempenho do motor e na manutenção dos equipamentos. Entre os benefícios apontados estão maior eficiência na performance, redução do desgaste de componentes, menor necessidade de intervenções mecânicas e até a limpeza interna do sistema de combustão.

A aplicação da tecnologia tem se concentrado principalmente em operações com alto consumo de combustível, como o transporte rodoviário de cargas, o transporte coletivo e atividades do agronegócio. Nesses segmentos, o diesel representa uma parcela significativa dos custos, o que amplia o potencial de impacto de soluções voltadas à eficiência energética.

Segundo a Economexim, os equipamentos já acumulam mais de 3 milhões de quilômetros rodados em testes e aplicações práticas, com uma média de economia próxima a 37%. A empresa também informa que o sistema está disponível em diferentes configurações, adaptadas a variados perfis de veículos e operações.

PRESSÃO SOBRE O DIESEL AFETA TRANSPORTE RODOVIÁRIO NO BRASIL

A combinação de oferta mais restrita, demanda aquecida e pressões do mercado internacional já começa a afetar o abastecimento de diesel no Brasil. Relatos de falta pontual em postos, atrasos nas entregas e até racionamento para grandes consumidores indicam um cenário de tensão no transporte rodoviário, embora ainda não haja desabastecimento generalizado no país.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontam que o preço médio do diesel S-10 chegou a R$ 7,35 na semana de 15 a 21 de março, acumulando alta de 19,5% desde o fim de fevereiro. Apenas na última semana, o avanço foi de 6,68%, refletindo diretamente a escalada das cotações do petróleo no mercado internacional.

O movimento está ligado ao agravamento dos conflitos no Oriente Médio, que elevou o preço do barril e encareceu o diesel importado — responsável por cerca de 30% do consumo nacional. Com o combustível chegando ao Brasil até R$ 2,50 mais caro do que o praticado internamente pela Petrobras, importadores reduziram as compras, pressionando ainda mais a oferta disponível.

Nos primeiros dias de março, o volume importado caiu cerca de 60% na comparação anual, segundo a ANP, reduzindo significativamente a disponibilidade do produto. Ao mesmo tempo, a demanda segue elevada, impulsionada principalmente pelo escoamento da safra de soja, o que aumenta o consumo no transporte rodoviário de cargas e intensifica o desequilíbrio entre oferta e demanda.

Diante desse cenário, técnicos da ANP classificam o momento como de risco para o abastecimento nacional, especialmente se a retração nas importações continuar nas próximas semanas.

Gargalos na distribuição já aparecem nas estradas

Na prática, os primeiros sinais de restrição já são percebidos nas bombas. Caminhoneiros relatam episódios de falta temporária de diesel e necessidade de aguardar reposição para conseguir seguir viagem, o que evidencia dificuldades na logística de distribuição.

Os relatos indicam que o país enfrenta, neste momento, mais um problema de descompasso logístico do que uma ruptura total no abastecimento, com atrasos nas entregas e, em alguns casos, limitação no volume comercializado.

Segundo fontes do setor, a situação ainda é descentralizada, mas já atinge diferentes regiões do país, incluindo estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Há registros de atrasos em bases de distribuição e dificuldades de fornecimento em estados como São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso.

A restrição também tem impacto desigual entre os agentes do mercado. Empresas com contratos diretos com grandes distribuidoras continuam sendo atendidas com mais regularidade, enquanto transportadores que dependem de fornecedores intermediários enfrentam maior dificuldade para garantir o abastecimento.

Além disso, já há sinais de mudança de comportamento no mercado, com postos limitando o volume abastecido por veículo e agentes retendo produto diante da expectativa de novos aumentos de preços. Em algumas regiões, o diesel já ultrapassa R$ 8 por litro, ampliando a pressão sobre os custos operacionais.

O impacto financeiro é significativo, especialmente para transportadores autônomos e pequenas empresas. Viagens que consomem grandes volumes de combustível passaram a ter custos muito mais elevados, sem repasse proporcional no valor do frete, comprimindo as margens do setor.

Mercado reage, mas cenário ainda inspira atenção

Apesar das dificuldades, entidades do setor ainda classificam o cenário como controlado, com o abastecimento funcionando, embora com restrições pontuais. No entanto, há registros mais concretos de escassez em algumas regiões, como no Rio Grande do Sul, onde municípios já enfrentam falta de diesel e priorizam serviços essenciais.

Outras regiões também apresentam sinais de restrição, como o Rio de Janeiro, especialmente na Região dos Lagos, e o litoral de São Paulo, onde alguns postos passaram a limitar o abastecimento como forma de gerenciar estoques diante da incerteza na reposição.

Diante da pressão sobre a oferta, distribuidoras têm buscado alternativas para garantir o abastecimento. A Vibra Energia, por exemplo, ampliou o volume de importação de diesel para abril e afirma que não haverá falta do combustível em sua rede de postos com bandeira Petrobras.

Segundo a companhia, embora os estoques estejam mais baixos, eles vêm sendo recompostos por meio de compras no exterior, mesmo com custos mais elevados. Esse movimento ocorre após alertas do próprio setor ao governo e à ANP sobre os riscos ao abastecimento nacional.

Os efeitos da situação já começam a se espalhar pela economia, com impacto direto sobre o transporte de cargas e atividades que dependem intensamente do combustível. Entidades como Fecombustíveis, Abicom e Sindicom alertam para o risco de agravamento caso a redução das importações persista.

O governo federal anunciou medidas emergenciais, como concessão de crédito extraordinário e redução de tributos federais, além de discutir alternativas envolvendo o ICMS com os estados. Ainda assim, agentes do mercado avaliam que as ações podem não ser suficientes diante da velocidade das mudanças no cenário internacional.

A Petrobras informou que mantém suas refinarias operando em capacidade máxima e que está ajustando a logística para ampliar a oferta. Mesmo assim, com o mercado global ainda instável, o Brasil segue exposto a oscilações de preços e riscos na cadeia de suprimento.

Por enquanto, o país não enfrenta um desabastecimento generalizado, mas já convive com um mercado mais apertado, marcado por alta de preços, atrasos na distribuição e episódios pontuais de falta de diesel em diferentes regiões.

ANTT PUBLICA REAJUSTE EXTRAORDINÁRIO DO PISO MÍNIMO DO FRETE RODOVIÁRIO

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, em 20 de março de 2026, a Portaria SUROC nº 04, que estabelece o reajuste extraordinário dos coeficientes dos pisos mínimos de frete. A medida foi acionada pelo mecanismo conhecido como “gatilho do diesel”, previsto na Lei nº 13.703/2018, que determina a atualização sempre que houver variação igual ou superior a 5% no preço do combustível.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel S10 passou de R$ 6,89 para R$ 7,35 por litro entre os dias 15 e 21 de março de 2026, representando um aumento de R$ 0,46. Essa elevação foi suficiente para acionar o reajuste automático da tabela de frete em todo o país.

Com a atualização, houve alteração nos coeficientes de custo por deslocamento (CCD), que impactam diretamente o valor do frete por quilômetro rodado. Considerando todas as tabelas, o coeficiente médio passou de R$ 6,368/km para R$ 6,585/km, refletindo o aumento nos custos operacionais das transportadoras. Já o coeficiente de carga e descarga (CC) permaneceu inalterado, mantendo o valor fixo de R$ 478,76.

A análise das tabelas indica que a Tabela D, referente às operações de alto desempenho com contratação apenas da unidade de tração, apresentou a maior variação média, com alta de 3,80%. No cenário geral, o impacto médio do reajuste sobre o transporte rodoviário de cargas foi estimado em 3,25%.

Quando analisadas as categorias de carga de forma isolada, o maior impacto foi registrado no transporte de cargas frigorificadas ou aquecidas, também dentro da Tabela D, com aumento de até 4,19% nos coeficientes de deslocamento. Esse tipo de operação tende a ser mais sensível às variações de custo devido às exigências específicas de conservação da carga.

Por outro lado, as operações de carga granel pressurizada, enquadradas na Tabela A do transporte de carga lotação, apresentaram a menor variação entre as categorias, com ajuste de aproximadamente 1,25%.

Com a nova tabela já em vigor, transportadores que seguem o piso mínimo devem aplicar os valores atualizados conforme a Portaria SUROC nº 04. A atualização busca manter o equilíbrio econômico das operações diante das oscilações no preço do diesel, principal insumo do setor.

ANTT ATUALIZA TABELA DO PISO MÍNIMO DO FRETE RODOVIÁRIO

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) voltou a atualizar a tabela do piso mínimo do frete rodoviário poucos dias após a última revisão, em um movimento que evidencia a forte pressão do diesel sobre o setor e reforça a estratégia do governo para evitar uma nova paralisação de caminhoneiros. A medida surge em um momento de instabilidade, buscando dar maior previsibilidade ao mercado e garantir o cumprimento das regras.

A nova atualização foi publicada na sexta-feira (20) e ocorre na sequência de um ajuste recente, motivado pela alta do combustível. O intervalo curto entre as revisões está previsto em lei e acontece sempre que o preço do diesel registra variação igual ou superior a 5%, obrigando a ANTT a recalibrar os coeficientes do frete para acompanhar os custos da operação.

Esse mecanismo, conhecido como “gatilho do diesel”, foi criado para evitar defasagens e proteger os transportadores de oscilações bruscas no principal insumo da atividade. Na prática, ele garante que o piso mínimo acompanhe a realidade do mercado, reduzindo perdas e distorções na remuneração do frete.

Com a recente valorização do combustível, o gatilho foi novamente acionado, levando a mais uma correção nos valores. Segundo a ANTT, o objetivo é alinhar os preços aos custos reais da atividade e manter o equilíbrio nas relações comerciais entre contratantes e transportadores.

Os novos valores variam de acordo com o tipo de carga, número de eixos e modelo de operação, estabelecendo pisos obrigatórios para categorias como carga geral, granel e frigorificada. A atualização impacta diretamente a renda dos caminhoneiros, o planejamento das transportadoras e o custo logístico das empresas embarcadoras.

A revisão também ocorre em paralelo à implementação da Medida Provisória nº 1.343/2026, que promove mudanças estruturais na fiscalização do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais novidades está a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que passa a funcionar como um mecanismo de controle prévio das operações.

Com essa nova lógica, fretes contratados abaixo do piso mínimo deixam de ser realizados, já que o sistema impede a emissão do CIOT em casos irregulares. A fiscalização, portanto, deixa de ser apenas punitiva e passa a atuar antes mesmo da execução do transporte.

Trégua após risco de paralisação

As medidas foram adotadas em um contexto recente de forte tensão no setor, marcado pelo risco de uma nova greve de caminhoneiros diante da alta do diesel e do descumprimento recorrente da tabela. A edição da medida provisória e o endurecimento das regras contribuíram para uma trégua momentânea, com lideranças recuando de mobilizações.

Nesse cenário, a atualização da tabela vai além de um ajuste técnico e passa a integrar uma estratégia mais ampla do governo, baseada na correção rápida dos valores do frete e no reforço da fiscalização digital. A intenção é garantir que a política de pisos mínimos seja efetivamente cumprida em todo o país.

A avaliação do mercado é de que essas medidas fazem parte de um esforço para reduzir distorções concorrenciais e dar mais equilíbrio ao setor, especialmente entre empresas que seguem as regras e aquelas que operam fora da legalidade.

Cenário segue pressionado

Apesar do alívio momentâneo, o ambiente ainda é de incerteza. A volatilidade no preço do diesel pode continuar acionando o gatilho em curtos intervalos, exigindo novas atualizações ao longo do ano e mantendo o setor sob pressão constante.

Ao mesmo tempo, o sucesso das medidas dependerá da efetividade na implementação do novo modelo de fiscalização e do cumprimento das regras na prática, fatores que ainda geram cautela entre transportadores e empresas.

Dessa forma, a sequência de revisões ao longo de 2026 reforça que o transporte rodoviário de cargas ainda enfrenta um cenário desafiador, em que a estabilidade depende tanto do comportamento dos custos quanto da eficácia das ações regulatórias.